quinta-feira, 17 de julho de 2014

Oaristos


Esta escalada contígua, porfiada e crescente pressupõe um antes e um depois. O meio terá sido em 1904.
Não sei se o Luís, posteriormente, terá juntado os seus trapinhos com Mademoiselle Fátima, que morava num primeiro andar lisboeta, na rua de S. José. Mas, se foi o caso, só posso desejar, retrospectivamente, que tenham sido muito felizes...

P.S.: o texto do primeiro postal reza assim - "L'oiseau sait ou il voler pour trouver le bonheur, tandis que les ames volent dans l'inconnue, la tristesse et l'inquietude" (sic).

com agradecimentos iconográficos a H. N. .

9 comentários:

  1. Estes postais são engraçados. Durante muito tempo coleccionei postais antigos, mas entretanto parei. Os melhores que ainda tenho são os da República. Bom dia!

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    1. Quando eles têm este preciosismo quitche, não lhes consigo resistir. E achei os três da imagem particularmente interessantes..:-))
      Bom dia!

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  2. As setas do cupido pintor, no último postal, estão um pouco mal (ou bem) arrumadas....

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    1. No melhor pano (neste caso, aljava) cai a nódoa..:-))

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  3. A Mademoiselle Fátima seria irmã do que foi presidente do Conselho?
    E o remetente é Luís? Pensava que era Alberto de Oliveira. Até pensei se seria o poeta...

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    1. Sem absoluto rigor: a jovem Fátima seria filha dum político português que foi por 3 vezes Governador de Macau; Luís A. O. foi militar.

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  4. Então,... sobrinha do que foi presidente do Conselho. :)

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  5. Mas não pode ser, se os postais andam à volta de 1905.
    Artur Tamagnini Barbosa, o suposto pai, nasceu em Macau em 1880 e faleceu tb na mesma cidade em 1940.

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    1. Terei de ter uma conversa com H. N. para esclarecer as questões.
      Depois, darei notícia.

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