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sexta-feira, 23 de agosto de 2024

Registos

 


De Eugénio de Andrade (1923-2005) eu poderia lembrar dois percursos reais. Do Porto e pedestre, da rua Duque de Palmela até ao Café Majestic. Em Lisboa, do Café Canas, de táxi, para a travessa das Mónicas.

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Uma louvável iniciativa 64

 


O jornal Público tem vindo a editar, quinzenalmente, uns originais livrinhos com temas literários portuenses, abordando assuntos diversos. O mais recente (3) foi dedicado aos cafés literários da cidade Invicta. Só anotei uma falta: a do Café Aviz (referido apenas de passagem), que costumava abrigar jovens universitários. Mas não faltava o Café Ceuta, onde almocei algumas vezes uns bons bifes à Ceuta, nem o celebrado Café Majestic, na rua de Santa Catarina, onde entrei pela primeira vez, em meados dos anos 60, na companhia de Eugénio de Andrade, que para lá me encaminhou.
O preço módico dos voluminhos e a sua impressão singular convida-nos a fazer a sua colecção.
Com curadoria e organização de Luís Gomes, alfarrabista residente em Óbidos, o próximo volume (4), a sair na Terça-feira (24/10), tem como título e tema O Porto dos Poetas.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Ao passar pelo Prosimetron


Ao ver no Prosimetron, hoje, um poste muito interessante de MR, sobre o Café Procope que é o mais antigo de Paris (séc. XVII), lembrei-me da beleza do Majestic, no Porto. É já considerado imóvel de interesse público, mas data apenas do início do séc. XX. Fica à esquina da Rua de Santa Catarina e foi local de tertúlias onde pontificaram, ao longo dos tempos, Pascoaes, Leonardo Coimbra, José Régio, Angelo de Sousa. E, posso testemunhar, também Eugénio de Andrade. Para quem não conheça aconselho, vivamente, uma visita, quando for ao Porto.