As modas passam depressa. E o próprio calão ou gíria, usados por uma geração, vão desaparecendo, na passagem de testemunho de uma para outra juventude geracional. São códigos próprios de uma classe etária em que a pujança imaginativa, a irreverência, a visão do mundo é diferente e se assume como tal, até no seu vocabulário. Na minha juventude, chamava-se à mentira: "galga". Ou "regadela", pelo menos, no Norte. Ora, ao terminar o dia, queria informar os meus estimados visitantes que o poste "Tentativa de Golpe Palaciano", no Arpose, de hoje, foi a minha "galga" do 1º de Abril - dia das mentiras. Aqui fica o esclarecimento.