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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Do que fui lendo por aí... 63

 

Nem sempre os números coincidem entre os diversos relatos históricos, mas é sempre importante termos uma ideia do tamanho e proporção das iniciativas. Citando em abstracto Gomes Eanes de Azurara (1410-1474), J. T. Montalvão Machado refere a envergadura da armada para conquista de Ceuta (Agosto de 1415), na sua obra Dom Afonso, primeiro duque de Bragança (1964), a páginas 152, e nestes termos:

"Espectáculo inédito para os lisboetas, devia ser a partida de aquela numerosa e vistosa armada, que contava entre galés, naus,  fustas e pequenas embarcações, nada menos de 242 unidades, segundo dizem alguns historiadores. Azurara não se pronuncia sobre o número de barcos, nem sobre os efectivos que os ocupavam. Já se disse que embarcaram 50.000 homens, mas alguns autores supõem que não deviam ser mais de 20.000 os expedicionários."

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Ultimas aquisições (46)


Terei conhecido José Manuel Rodrigues em meados de 1976, ainda ele ajudava Arnaldo H. de Oliveira nos leilões do Príncipe Real, na Liga dos Amigos dos Hospitais, numa sala esconsa com uma mesa corrida onde se amesendavam os licitantes.  Reencontrei-o, anteontem, na sua loja ao Calhariz e soube que ia fazer 82 anos, nesta semana. Está bom e recomenda-se, felizmente.


Nos 20 minutos que faltavam, antes da Livraria Antiquária fechar, ainda escolhi dois livros que já estavam numerados para integrar o próximo boletim bibliográfico. O de Montalvão Machado estava marcado a lápis por 30 euros, o outro, por 12.
JMR fez-me um desconto substancial e paguei apenas 30 euros pelos duas obras bem volumosas. Uma atenção de amigo para um cliente antigo e estimado, por certo.