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domingo, 3 de novembro de 2024

Aniversário


Para o aniversário de Margarida Elias, este adágio de Bach. E umas flores singelas para embelezar o dia, com muitos e amigos parabéns.



sexta-feira, 28 de abril de 2023

quinta-feira, 23 de junho de 2022

sábado, 21 de dezembro de 2019

domingo, 10 de novembro de 2019

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Glenn Gould (1932-1982)

Um CD por mês (6)


Eu creio que Glenn Gould (1932-1982), como pianista, nunca me seduziu inteiramente. Mas também quem sou eu, tão ignorante em coisas musicais, para desmerecer a qualidade de grande executante que tantos atribuem ao profissional canadiano, apesar de o suporem bipolar e o acharem extravagante. Avancemos.

Eu creio que foi à volta de 1990 que eu comprei, no supermercado da Bayer, em Leverkusen, este duplo CD da Sony Classical, por 29,90 marcos alemães, com gravações de obras de Bach, Beethoven, Liszt e outros, executadas por Glenn Gould.
Talvez para tirar teimas, ou para me convencer.
De algum modo, ajudou, sem dúvida...

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Bach / Koopman

Um CD por mês (4)


Quando eu era criança pensava que o Órgão era o instrumento musical mais próximo da voz de Deus.
O seu troar, no interior das igrejas, infundia-me, simultaneamente, prazer e respeito. Posteriormente vim a travar conhecimento com a música de Bach e Buxtehude.
Em Agosto ou Setembro de 1963, comprei em Bona (Alemanha), dois singles com Fugas de Bach, da Telefunken, interpretadas por Anton Nowakowski (1897-1969) e gravadas num órgão de uma igreja da Dinamarca. Ouvi estas gravações dezenas e dezenas de vezes, sempre com muito gosto.


Só mais tarde vim a escutar execuções de Albert Schweitzer e, pelo início dos anos 80, as magníficas interpretações do holandês Ton Koopman (1944). Talvez tenha ouvido, pelo caminho, também Karl Richter. Mas é de Koopman, meu preferido organista, hoje em dia, a gravação do Archiv Produktion que adquiri por volta de 1986 e cuja capa de CD abre, em imagem, este poste.


As obras musicais de Bach, incluídas neste CD, supõe-se que terão sido escritas por volta de 1720.

terça-feira, 2 de julho de 2019

Gostar do que se deve


Às vezes, desinquietam-se os mortos. Ou temporariamente repescam-nos para a fama. Com frequência são apenas fogachos que duram pouco tempo e eles regressam à paz e silêncio subterrâneos, em definitivo. Mais raras vezes, essas ressurreições vêm para ficar. Em música, isso aconteceu com Vivaldi e Bach, e, num dos casos, Mendelssohn teve um papel essencial.
Há dias, o nome de Nuno  Bragança (1929-1985) veio à tona, no diário escrito de Vasco Pulido Valente. Não para o glorificar e lembrar, mas para o apoucar. E, como sempre, da sua curta obra, apenas A Noite e o Riso (1969) foi citado, como é de norma. Convencionou-se, de há muito, que este é o seu melhor livro. Ora, eu não comungo desta ideia. Prefiro-lhe, como sempre preferi: Directa (1977).
Mas isto de não alinhar com a maioria ou corrente dominante tem sempre os seus riscos. Lembro-me bem do enxovalho que sofri no meu exame oral de Literatura Alemã III, ao querer defender, como melhor, o primeiro Fausto, de Goethe, em detrimento do Fausto II. O convencional prof. Moser mal me deixou falar e ia-me engolindo por causa daquilo que, na opinião dele, seria uma blasfémia.
As palavras de VPV tiveram grande eco na net, tem-se falado nisso. E Nuno Bragança voltou à baila. Ainda bem, porque merece. Que seja por um ou outro dos seus livros, tanto faz. Desde que seja para o voltar a ler.

domingo, 20 de maio de 2018

Maurane (1960-2018)



A cantora belga Maurane (Claudine Luypaerts) faleceu, recente e prematuramente, a 7 de Maio de 2018. Aqui a lembramos e celebramos.

sábado, 31 de março de 2018

Bach / Stokowski / Bamert

Uma boa Páscoa para todos os que passem por aqui.