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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Palavras passadas... mas presentes


"... A verdade é que tenho andado à procura de melhor do que «O Delfim» e não encontro. O facto é que Mestre Aquilino mete num chinelo 90% do que por aí se publica. O facto é que se lê «A Sibila» e não nos apetece mais nada. Tentem ler José Luis Peixoto depois de lerem Camilo. Valter Hugo Mãe depois de Nuno de Bragança. Afonso Reis Cabral depois de Fernando Assis Pacheco. Nuno Camarneiro depois de Dinis Machado (indo mais longe, deixem-me que vos diga que Michael Cunningham é uma chatice, sobretudo depois de Updike). Eu envelheço, a ficção portuguesa infantiliza-se. ..."

Ana Cristina Leonardo, in Atual (Jornal Expresso, de 6/12/14).

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Os pequenos indícios


Alguém, Amigo, me traz semanalmente, numa triagem salutar, o miolo essencial de um hebdomadário pesado e espesso que, hoje em dia, se dedica substancialmente às frioleiras habituais do mainstream.
(Por uma vez, farei de advogado do diabo contra mim mesmo!) E pergunto-me: porque é que se não gosta de uma pessoa? Enviezando a pergunta, eu responderia, de pronto: detesto poses.
Nesse miolo útil e brevíssimo, do semanário denso, Pedro Mexia escrevia: "...que lembram a brasileira Lispector." Há dias eu escrevi, num comentário a um poste, num Blogue amigo: ... a ucraniana e "poseuse" Clarice.
Como diz o povo: Pela boca morre o peixe.