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sábado, 18 de março de 2017

Balanço ornitológico


Duas pombas de leque, um corvo bem negro, três andorinhas jovens, que foram as primeiras do ano; quanto a gaivotas, eram mais que muitas, à beira Tejo. Vinte e três graus, que davam para preguiçar os olhos, ao sabor das ondas suaves. No regresso, não tive tempo de ver se havia pavões no pátio da Quinta.
Mas até parecia que bastava abrir a porta para a Primavera entrar por ali fora, com pézinhos de lã.

quinta-feira, 27 de março de 2014

O falar dos animais (2)


São raros, por aqui, os corvos outrabandistas e, não fosse ele crocitar, negro e dominador, da mais alta antena televisiva da pequena praça, eu não teria dado pela sua presença, de média ave de rapina; mas aquela onomatopeia, três ou quatro vezes repetida, é inconfundível, talvez um pouco desagradável, embora não tanto como a das gaivotas. Que são, hoje, para mim, aves antipáticas e, às vezes, até agressivas.
Lembrei-me que já aqui falara, há muito (15 de Agosto de 2010), do linguajar ou onomatopeias dos animais, e pensei que talvez fosse altura de acrescentar mais algumas. Que se seguem:
1. Arrufar - gato.
2. Arrulhar - pomba.
3. Balar ou balir - carneiro ou ovelha.
4. Croajar ou crocitar - corvo.
5. Fretenir - cigarra.
6. Nitrir - cavalo.
7. Pupilar - pavão.
8. Trocilar - tordo.
9. Vocear - papagaio.
10. Voznear - cisne.

Nota posterior: por informação amiga, de AVP, aqui fica a correcção - o corvo não é ave de rapina.