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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Era uma vez um rebento...



... enorme, de um cacto, numa varanda alta outrabandista.
(HMJ disse que parecia a tromba de um proboscídeo.)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Na Casa da Cerca


E porque não um passeio pré ou post-natalício, até à Outra banda?!
Pelo menos, Amadeo merece.

domingo, 21 de agosto de 2016

Natureza morta outrabandista


Derrama-se a figueira em braços retorcidos. Angustiosos - diria eu -, e na horizontal quase, porque raramente sobem muito alto, tal como os das oliveiras que por aqui abundam, por entre pequenos muros derruídos.
Por estes restos de subúrbios não urbanizados, são vestígios das frondosas quintas anteriores, que sobraram nas margens de baldios desprezados e sujos. Árvores abandonadas por um tempo novo que já não quer saber delas para nada.
E de que ninguém se dá ao trabalho de colher os frutos, que elas vão continuando a produzir, diligentemente.

sábado, 24 de março de 2012

Constatação pragmática da crise


De há um tempo a esta parte, algumas pequenas arribas outrabandistas começaram a ser trabalhadas, quero eu dizer: cavadas e semeadas. Lembram, minimalistas, as margens alcantiladas, em socalcos, do Douro. E estas bermas da estrada, a sul do Tejo, com a Primavera começaram a ficar verdes pelas couves progredindo, a folhagem das favas, os tomateiros ainda insípidos, as alfaces...
Estas pequenas hortas, subtraídas ao poder autárquico que as deixava maninhas, dão um ar útil e pragmático à terra até então desocupada e inútil. As courelas diminutas são trabalhadas, sobretudo, por mulheres africanas, no seu labor sacrificado de horas livres. São raros os homens, são poucos os brancos a aproveitar estas leiras fecundas que o progresso foi inutilizando. Mas, como dizia Garrett, "a necessidade pode muito".