Por boas ou más obras, é certo que os ditadores asseguram o seu futuro na História.
Não se esgotou, pelos vistos, nas terras de estranja, o interesse pela figura de Salazar (1889-1970). O jornal Le Monde dá conta, no seu suplemento literário (5/7/2024), através de uma breve recensão crítica de Nicolas Weill, da saída de um grosso volume (528 páginas), Salazar, le Dictateur Énigmatique, de Yves Léonard (1961), historiador e especialista em assuntos portugueses.
