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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Citações CDXCIX

 

Os professores são insubstituíveis: eles ensinam-nos a aprender.

Julien Green (1900-1998).

segunda-feira, 17 de junho de 2024

O regresso dos elefantes

 
O título deste poste não é meu, mas da TV 5 francesa, a propósito do regresso de François Hollande (1954) à política activa nas próximas eleições legislativas gaulesas. Estamos num tempo caricato para não dizer dramático. O caso francês fez-me lembrar a situação semelhante do regresso de David Cameron (1966), ex-primeiro ministro britânico, que reingressou no activo, como ministro dos Negócios Estrangeiros.
Por cá, o insólito fia mais fino: os professores reformados parece que vão voltar a dar aulas...

quinta-feira, 5 de março de 2015

Falemos, agora, a sério


O olhar e a memória são, para mim, duas das qualidades essenciais para o sentido crítico do ser humano.
Tive, durante a Escola Primária, 3 professores. Dois deles eram excelentes e ensinaram-me muito.
Durante o Liceu, e segundo as minhas contas, devo ter tido cerca de trinta professores, e guardo boas recordações de mais de uma dúzia deles. Eram exigentes, mas compreensivos da natureza humana dos seus alunos, além de serem, na sua maior parte, competentes profissionais do seu ofício.
Quando passei para a Universidade, acreditei que iria passar para um mais alto patamar de competência pedagógica. Puro engano: dos cerca de 25 Mestres, encontrei qualidade, apenas, em meia dúzia deles. O que me fez concluir que, nem sempre os mais altos cargos são ocupados pelos melhores ou pelos mais capazes.
A recente observação e audição das Comissões Parlamentares (BES, PT...), na TV, ajudaram-me a confirmar, reforçadamente, a fraquíssima qualidade, profissional e humana, a mediocridade, o flébil pensamento estruturado desta nata nova de gestores portugueses, ao seu mais alto nível - uma miséria franciscana! E até evito ir mais longe e mais alto, ou seja, até Belém...

sábado, 22 de junho de 2013

Da Janela do Aposento 34: Saber pensar, saber escrever


O recente texto, de António Guerreiro, publicado na ípsilon de 21.6.2013, eleva-nos a um patamar do prazer estético que se alia, na perfeição, ao primado ético e moral da escrita.


O equilíbrio entre o saber pensar e saber escrever, cada vez mais raro, provoca, merecidamente, a admiração do leitor. Ou como diria um amigo meu, com exclamação: Caramba, gostava de ter escrito um texto assim !
António Guerreiro dispensa, certamente, a publicidade, porque ele impõe-se pelo exercício nobre da escrita.

Post de HMJ