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segunda-feira, 29 de setembro de 2025

Excessos

 

Há fascínios estranhos e contagiosos difíceis de explicar. O jornal Le Monde (19/9/2025) dá conta de um deles, francês: os jardins de Claude Monet (1840-1926), em Giverny. Em 2024, foram visitados por 775.000 turistas. O que, inseridos numa localidade de apenas 460 habitantes, prenuncia o risco de saturação...

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Adenda (ao poste-vídeo de Sequeira Costa)


No vídeo do poste anterior, Sequeira Costa refere não ser capaz, num museu, de ver mais do que 1 ou 2 quadros, para melhor os entender e fazer seus. Para lhes sentir o espaço e os "corredores" cromáticos.
Para o efeito, dá como exemplo a sua experiência para com o quadro Boulevard des Capucines, que Claude Monet (1840-1926) pintou do apartamento do fotógrafo Nadar, em 1873/4, e que se encontra no Museu Nelson-Atkins, em Kansas City, cidade em que o Pianista português residia, habitualmente.
É essa tela que reproduzimos acima. Informando que existe uma outra tela de Monet, com o mesmo motivo, no Museu Pushkin (Moscovo).

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A Inglaterra e o Continente, em resumo


É minha convicção mais íntima que os ingleses, enquanto europeus, sempre tiveram uma enorme desconfiança em relação ao Continente. O que poderá ajudar a entender muita coisa, actualmente.
A velha Álbion serviu muitas vezes de casa de abrigo ou de recuo a continentais: Garrett, Herculano e Victor Hugo seriam dos primeiros exemplos. Depois, De Gaulle (por causa do nazismo e de Vichy); no intermédio, há que lembrar Monet e Pissarro, para escaparem à guerra franco-prussiana.
Como diz o povo: Gato escaldado, da água fria tem medo.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Um quadro de Claude Monet


Não será um tema muito frequentado por pintores. Mas, Camille Doncieux (1847-1879), primeira mulher de Claude Monet (1840-1926), além de ter sido retratada por Renoir, foi modelo de muitas telas do marido. Que também a retratou, no seu leito de morte, pouco depois de ter dado à luz o seu segundo filho - Michel Monet.
O quadro, pintado em Setembro de 1879, integra o acervo do Museu d'Orsay.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Pinacoteca Pessoal 59 : variações


Tirando as múltiplas (cerca de 30) versões da Catedral de Rouen, pintadas por Claude Monet (1840-1926), às mais diversas horas do dia, aproveitando os diversos tipos de luz solar, entre 1892-4, creio ser Vincent van Gogh (1853-1890) o pintor que mais variações tem, sobre um mesmo tema. Augustine Roulin, mulher do carteiro de Arles, foi retratada, obsessivamente, pelo pintor holandês. Dos vários quadros que a ela dedicou, há cinco telas, pelo menos, em que a senhora Roulin é retratada, pouco depois do parto, com o título: La Berceuse - pintadas entre Março de 1888 e inícios de 1889. Não se vê o berço do recém-nascido que ela embala, apenas a corda que segura entre as mãos. E as variações são mínimas: de algumas cores, do cenário de fundo, da posição das mãos, e pouco mais.
Segundo especialistas, cronologicamente, as telas existentes pertencem aos seguintes acervos:
1. Rijksmuseum Kröller-Müller, Otterloo.
2. Colecção particular da família Annenberg (Califórnia).
3. The Art Institute, de Chicago.
4. Museu Stedelijk (Amesterdão).
5. Fine Arts Museum, em Boston.
Reproduzem-se em imagem o quadro existente em Boston e, na segunda posição, a tela pertencente à família Annenberg.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Claude Monet


Foi justamente o título do quadro (Impressão, ao nascer do sol), em imagem, de Claude Monet (1840-1926), que veio a dar origem ao nome da  escola e movimento conhecido como Impressionismo. A tela encontra-se, hoje, no Museu Marmottan, em Paris. Quando foi exposto em 1872, o crítico Louis Leroy glosou, ironicamente, a palavra Impression que os pintores do grupo de Monet adoptaram, imediata e  alegremente. Claude Monet que nasceu a 14 de Novembro, em Paris, é talvez o mais impressionista dos pintores impressionistas. Obsessivo ou perfeccionista, em extremo, reproduziu incansavelmente, por exemplo a Catedral de Rouen (20 quadros), para captar o jogo de luz e sombra que envolvia o edifício, nas diversas horas do dia. E glosou também os nenúfares do seu jardim aquático da casa de Giverny, onde veio a falecer, a 5 de Dezembro de 1926. Depois da morte da mulher e, sofrendo de cataratas, pouco mais pintou. A visão estava profundamente afectada, sobretudo pela exposição excessiva à luz, de que o pintor abusara demasiado. Dele dizia Cézanne: "somente um olho mas, meu Deus, que olho!". A qualidade da sua obra era já consensual e Monet era respeitado pelos seus colegas, como um Mestre.