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terça-feira, 15 de julho de 2014

Onírica e cultural


Como se poderá atravessar a manhã, um falcão adestrado sobre a luva de couro grosso, até chegar à "Norma", improvável? Enquanto a brisa ligeira ilumina de brancura trémula as colinas (ou serão cortinas?) transparentes, que esvoaçam.
Para trás, o sonho lento da chegada, até dar com os conhecidos-amigos espectantes, ao de cima, no quinto andar, na realidade, há muito abandonado. Mas sei que levamos algo connosco, talvez livros bem pesados, dicionários, súmulas bibliográficas.
E, por isso, embora obstinado, o monta-cargas vai lento, criando em nós a dúvida da chegada, uma angústia leve de olhos semi-cerrados, para dizermos, alegre e simplesmente: bom dia!

terça-feira, 17 de abril de 2012

segunda-feira, 15 de março de 2010

Favoritos XIV : Norma


Completa-se com este "post" a trilogia sobre "Norma" de Vincenzo Bellini (1801-1835) que iniciei com as transcrições de Franz Liszt (1811-1886) executadas por Alfred Brendel. A ária "Casta Diva" é cantada por Cecilia Bartoli (1966).