Mostrar mensagens com a etiqueta Coruja. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Coruja. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Uma década


Olhando para trás, parece-me pouco mas, se memorizar a ocasião (noite de 11/11/2009), sei que muitas coisas ocorreram entretanto, por aqui e pelo mundo, algum (muito?) trabalho se foi fazendo no Arpose, sem muito alarde, sem muita estridência, paulatinamente, como Antonio Machado dizia...
Também criámos vivos contactos, enriquecedores diálogos, amáveis conversas. Até, nalguns casos, relações muito próximas da amizade. E também perdemos, nestes dez anos, alguns e algumas seguidoras e seguidores, que nos eram bastante chegados.
Dos Blogues que seguíamos, mais de metade ficaram pelo caminho. Ainda mais alguns arrastam uma existência residual ou moribunda, penosa de se ver e mais do que rara nas espaçadas aparições.
Nós, cá vamos andando, cada vez mais claudicantes, mas  já contando, nestes 10 anos, 10.925 postes (com este último) publicados.
Até quando?

P.S.: Ao S. Martinho, de hoje, invocativo, preferimos esta simpática coruja de Edward Lear..:-)

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Coruja ou Mocho?


Em bom rigor, não sei se será uma coruja ou um mocho, mas inclino-me para a primeira opção. Embora não seja tão interessante quanto a de Albrecht Dürer, esta ave de Johan Andreas Naumann (1780-1857), aguarelada em finais do séc. XVIII ou início do séc. XIX, tem, para mim, um encanto especial, pelo seu olhar estremunhado e fixo. Mas para quem quiser comprá-la, tem um preço arrebatador: 17.000,00 euros!
E aqui fica, para dar os bons dias, a quem vier visitar o Blogue.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Adagiário XLVI : zoologia


1. "Até a coruja acha os filhos bonitos."
2. "O bacorinho manso mama a sua teta e a alheia."