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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Uso pessoal 15


Embora não seja esquisito nos utensílios de escrita, há coisas e matérias em que uso, exclusivamente, caneta de tinta permanente para as expressar no papel branco. Será talvez uma bizantinice tradicional e desusada, mas é também uma forma de dar uma importância especial a alguns conteúdos. Criar-lhes um ritual apropriado e conveniente.
Noutros casos do quotidiano, não faço questão de usar cargas e embalagens de blister, que abundam nas grandes superfícies, para encher outros dos meus apetrechos de escrita. Para fazer o sudoku e as palavras cruzadas não me importo sequer de usar uma banal esferográfica. O lápis já muito raramente o uso para o que quer que seja. Feitios...
Pois ontem, ao encher a minha caneta de tinta permanente, constatei que o meu tinteiro Parker estava quase no fim. Fiquei preocupado, embora não tanto quanto alguns automobilistas com a greve do passarão e seus acólitos, aqui há dias.
Hoje, pus-me em campo. Primeiro, nas grandes superfícies: nada!, só cargas e recargas em blisters. Depois na Staples, o mesmo. Até havia umas meninas que não sabiam o que era um tinteiro de tinta permanente... embora tivessem umas longuíssimas unhas de gel (para tocar guitarra?). Na minha tabacaria-quiosque quotidiano, o Ricardo penalizou-se por ter vendido o último tinteiro, há muito, e como não havia procura, não se reabasteceream.
Resta-me um loja na esquina do Rossio e a Papelaria Fernandes, como últimas soluções possíveis.
E, se tiverem, prometo, para me prevenir, que, desta vez, vou atestar o depósito!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Uso Pessoal 2


Nenhuma das canetas, em imagem, terá muito mais de 40 anos mas, à excepção de 1 Parker (por estrear), foram todas usadas por mim. E a que parece mais antiquada e pesada é, apenas, imitação de um modelo dos anos 30. Para além desta, o inventário é o seguinte: 3 da marca Parker, 2 Sheaffer, 1 Inoxcrom, outra Reform e, finalmente, 1 Pelikan. As primeiras 2 canetas que usei não tinham marca, mas a terceira era uma Pelikan elegante, verde e preta, que se perdeu no tempo. Quatro das canetas que se mostram já não as uso, ou porque sujam os dedos de tinta, ou porque têm avarias maiores ou menores. Mas todas elas têm, para mim, um valor estimativo.