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segunda-feira, 1 de abril de 2013

A lição da História, em palavras de ontem


"...Como dizia um amigo meu, é preciso nunca esquecermos que a elite portuguesa estava do lado de Castela na batalha de Aljubarrota. ..."

Teresa de Sousa, in jornal Público (31/3/13).

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A vitória "moral" : PT 1 - Telefónica 0



Não foi Aljubarrota. Foi uma espécie de batalha de Toro em que D. Afonso V fugiu, mas D. João II, ainda príncipe, se manteve, ocupando o campo de batalha no final da refrega - em teoria, era o que fazia o vencedor, nos tempos de antanho. De forma simplificada: o Estado Português usou a "golden share" para inviabilizar a compra da "Vivo" pela "Telefonica", na Assembleia Geral da PT, hoje realizada. Para já, portanto, a "Vivo" brasileira continua a pertencer, em 50%, à PT. Mas, por outro lado, é preciso dizer que 76% dos accionistas eram a favor da venda da "Vivo" à "Telefonica". Os nacionalistas vendem-se barato, hoje em dia. Babam-se por euros...
O tempo é, muitas vezes, a verdade. É ponto assente, hoje, que a batalha de Toro foi ganha pelos castelhanos. Se não fosse a nossa derrota, ontem, no Mundial de Futebol, será que o Estado Português teria usado, hoje, a "golden share"?
Veremos, como diz o cego...

P. S. : para Luís Barata, no seu Prosimetron, que, como eu, gosta de História; e, ao contrário(?) de mim, parece gostar de futebol. Mas também porque usou, há uns dias, a palavra "antanho" de que eu gosto muito.
Nota importante: muita atenção ao comunicado que o BES fará, ainda hoje.

sábado, 22 de maio de 2010

Prosápia



De "Glosas al Sermón de Aljubarrota", atribuidas a Diego Hurtado de Mendoza (1503-1575), passamos a traduzir e transcrever:
"...em Salamanca tendo um português terminado o seu bacharelato, perguntaram-lhe os seus colegas se depois de graduado se se sentia mais do que era antes; respondeu: - Sinto uns fumozinhos em forma de presunção."