Mostrar mensagens com a etiqueta Epigrama. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Epigrama. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

arte menor (32)


Epigrama



Há tanta coisa pequena
que me falta descobrir...
Se as toupeiras sonham,
ou as aranhas, de longe,
dialogam em rede. Se a moral
tem requisitos vários,
conforme a circunstância
que preside ao espaço...

O patrão-mor pode sempre
inspirar a doutrina,
como quem não quer a coisa.
Mas obriga.



Sb., 14/7-18/9/2020







sábado, 2 de março de 2019

Para as europeias, marchar, marchar...



Viva o Pyrex
-cêdêesse,
mais a boneca
de celulóide!

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Impromptu (39)



Epigrama de Natal


Havia tantas coisas a lembrar
mas a pressa é tanta
de chegar a tempo,
que fui deixando as memórias no caminho
e até me esqueci do guarda-chuva, em casa,
para o que der e vier
lá de cima.



Sb., 24/12/2018.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Epigrama


Epigrama


Entre unhas, bruxas e touros
se faz passado e presente
de notícias importantes.

Dos jagunços em Brasília
já se passou adiante...


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Livrinhos 22


Desta maneirinha Bibliothèke Miniature, da Payot, já por aqui apresentamos alguns livrinhos (de Platão, Maurice de Guérin e Proudhon) que eram nossos. Este não me pertence, mas aqui ficam as imagens. São 100 epigramas, traduzidos do grego pelos filósofos Paul-Louis Cochoud (1879-1959) e René Maublanc (1891-1959). Por curiosidade, e também em comum, estes dois tradutores e filósofos ensaiaram a escrita dos primeiros Haiku (3 versos), à moda japonesa, mas na língua francesa. E, do que conheço, pelo menos Maublanc terá sido bem sucedido (O céu negro/ Narizes vermelhos/ E a neve.)
Este livrinho de epigramas gregos tem as dimensões de 7/10 cm., e terá sido editado pela Payot, por volta de 1940. A encadernação em tecido florido é bem bonita -  na minha opinião.

com grato reconhecimento a H. N..

sábado, 4 de janeiro de 2014

Quase um epigrama de E. D.


A linhagem do mel
Não diz respeito à abelha;
Um trevo, sempre, há-de ser
Fidalgo, para si mesmo.


Emily Dickinson (1830-1886).

domingo, 9 de outubro de 2011

Um epigrama de Ezra Pound (1885-1972)


Meditatio

Quando eu cuidadosamente avalio os curiosos hábitos dos cães
Sou obrigado a concluir
Que o homem é o animal superior.

Quando considero os hábitos curiosos do homem
Confesso, meu amigo, que fico baralhado.