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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

De "Os Pássaros" de Hitchcock, uma "remake" germânica



Expansivos, estridentes e impertinentes, os asiáticos Papagaios Alexandre (Alexandersittiche) que, dado o tamanho, mais parecem periquitos, conseguiram também espalhar-se pela Europa, devido à sua resistência e capacidade de adaptação. Em Lisboa, podemos vê-los no Parque Bensaúde (Estrada da Luz) e em Campo de Ourique. Haverá porventura outras colónias destas aves, em Portugal.
Na Alemanha, há vários grupos residentes, pelo menos na Renânia-Vestefália. Estes, da foto, resolveram apoiar (ou atacar?) a chanceler Merkel, num dos últimos comícios de propaganda da CDU, para as eleições legislativas. Eles lá sabem...

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Registo, a propósito


Nascidos no mesmo dia (17 de Julho), embora de anos diferentes, Angela Merkel (1954) e António Costa (1961), os dois políticos são assim nativos do terceiro decanato do signo do Caranguejo. Este ano, por razões motivadas pela UE, passaram ambos parte do dia de aniversário nos mesmos locais.
O nosso PM, gentilmente, ofereceu O Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago, em tradução alemã (Die Stadt der Blinden) de Ruy-Güde Mertin, da btb Verlag, como prenda de anos, à chanceler alemã. Talvez oportuna e intencionalmente... Desconheço, entretanto, qual foi o presente de Angela Merkel.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Modas


Que me perdoem os liberais e relaxados consumistas deste mundo, mas escolher uma grande superfície para comprar um livro é, na minha opinião, uma prova justificada de mau gosto.
Agora, parece que o que estar a dar, pavlovianamente, é o uso da palavra Auschwitz no título de uma obra. Os leitores iscam que nem leitões nesses hipermercados. Sobretudo desde que Merkel lá foi, ao célebre campo sinistro, piedosamente.
Ou será o lobby que está a trabalhar afanosamente, nesta época natalícia?

terça-feira, 14 de março de 2017

As ligações perigosas


Suprimimos alguns episódios da sequência fotográfica, por redundantes, mas admitimos, com sinceridade, que o bicho era dócil e estava lá apenas para impor alguma seriedade e respeito, no acto oficial.

sábado, 1 de outubro de 2016

Má língua, em oblíqua oriental


Dizia-se, à boca pequena, nos tempos altos do comunismo vicejante, que os soviéticos costumavam usar os búlgaros, para fazerem os trabalhos mais sujos. Lembram-se da pista búlgara de Ali Agca, no atentado ao papa João Paulo II?
Pois agora, é a czarina Merkel e o grão-duque Juncker que seguem o velho exemplo da nomenclatura soviética. Não há nada que me comova mais do que o respeito por uma bonita e antiga tradição!... Mas parece que também houve um peão de brega, Mário David (português? judeu? búlgaro de segunda?), que ajudou à corrida. Ou será este o mercenário do trabalho mais sujo?

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Quem dá aos pobres, empresta a Deus


Os que podem, aos que precisam... Ou as ironias generosas do Sul.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

domingo, 31 de agosto de 2014

Remate


Nunca gostei de falar de matadouros, muito embora tenha, como observador desinteressado e alheio, assistido a algumas desmanchas de carnes, sobretudo de bovinos, que é uma forma de ver o vermelho na sua expressão mais simples. Crua e real.
Agosto acaba-se por entre uma aragem fresca, vinda de Norte, e os gritos ululantes das hordas futeboleiras, vindas de um café chunga, aqui, à beira Sul. Mas que se integram bem na silly season, que termina hoje.
Entre a sra. Merkel que, na sua curteza de vistas e roupas foleiras, conseguiu secar tudo à sua volta, e os morticínios de África, do califado medieval e da Ucrânia, que sobra? Talvez o angelical sr. Holanda, o sorriso figé do sr. Valls, que reproduz, serôdio, o esgar católico do sr. Blair - seu antepassado - que, por sua vez, imitava (mal) o joker-Jack Nicholson da irrealidade cinematográfica.
Não me peçam para ser feliz, em Setembro, s. f. f. !

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Apontamento 33: Chegou o Pai Natal !



Julgo que a maioria dos Europeus já se esqueceu da data da última eleição para o Parlamento alemão. Passaram quase três meses !
Na Alemanha, com o circo mediático, Ângela Merkel alimentou o atraso e a incapacidade política ao ponto de proporcionar a entrada de uma nova sigla no vocabulário, i.e., GROKO [= grande coligação].
Eis senão quando, pelo "sapatinho" do Pai Natal, lá chega a um novo governo, finalmente.
Perante o espectáculo degradante, aconselha a prudência o regresso a uma suprema virtude humana, a saber, a humildade, faculdade tão ausente e, quiçá, avessa à personagem em epígrafe.
Contudo, e usando as suas palavras, quem não consegue fazer os seus deveres [= Hausaufgaben], atempadamente, não terá, obviamente, qualquer autoridade moral para os impor aos outros.
Com efeito, os povos europeus dispensam "mestres escolas" medíocres.

Post de HMJ

terça-feira, 22 de outubro de 2013

NSA = Gestapo + KGB + paranóia ianque


Na imagem, fica o mau da fita ou o chefe do asilo de alienados marcanos. Amovível, no entanto, por qualquer outro paranóico, em breve, mas que seja um pouco mais discreto, como convém às toupeiras.
A Sra. Merkel, calvinisticamente feminina, queixou-se, discreta. O sr. Hollande protestou, afirmativo e clássico. O sr. Cameron, apoucado, engoliu; mas o Presidente do México, latino, fez uma peixeirada sincera e autêntica. Então não é que os ianques estavam a escutar os seus aliados?! Ao menos, se fosse o Sr. Putin ou a China, ainda vá que não vá...  Entretanto, o sr. Obama, na sua sombra escura, sorriu.
Muito embora o paranóico general Keith (Bryan) Alexander deixe, em 2014, a chefia da NSA (National Security Agency), e seja substituído por um louco mais discreto (como é o desejo do sr. Obama), continuaremos quase todos a ser escutados e registados pelos americanos, e traduzidos pelos mórmons poliglotas, para ver se somos perigosos.
Já dei algumas pistas (poste de 21/9/13) para identificar os coscuvilheiros ianques. Aqui vão mais algumas:
- Colorado, Colorado Springs, via adelphia . net IP Adress 69. 171. 224 ou 69. 171. 229, ainda 69. 171. 248;
- Simi Valley (California) IP Adress 199. 30. 20.
E ainda ficam várias em carteira, para uma próxima oportunidade.
(Já sei que, hoje, o Arpose vai ter imensas visitas. Sobretudo, da NSA.)

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Apontamento 25: "Pronunciei-me", glosando Almeida Garrett



Por detrás de pretensos discursos explicativos sobre a inevitabilidade de medidas castradoras, previstas no código do sistema neo-liberal e dirigidas àqueles que vivem do esforço do seu trabalho, e não aos que praticam a usura, descobrem-se cada vez mais os jogos do poder económico, comprometendo o poder político e, sobretudo, os que se põe a jeito como é a CDU da Senhora Merkel.
Já o Senhor Kohl, de quem nunca gostei, viu-se envolvido em escândalos de financiamento ilícito do seu partido, i.e., a CDU. Agora, pouco depois das eleições da Alemanha, em que a Senhora Merkel anda há semana “em conversações” para constituir um governo, a CDU recebeu um presente “inesperado”: 690.000,00 de euros da família Quandt, detentora da empresa que fabrica os carros BMW ! Coincidência suprema ! Não é que a EU está a querer, contra a firme oposição da Senhora Merkel, legislar sobre os limites de COnos veículos automóveis.
Para quem ainda não percebeu o motivo da resistência merkeliana a tamanha iniciativa, já se tornou clara a sua oposição: “Favor com favor se paga”
Certamente, a oposição da Senhora Merkel relativamente à supervisão bancária no espaço da EU esconderá outras moscambilhas, cujo preço social e cultural ficamos a saber hoje. Segundo o dito popular: “Quem cabritos vende e cabras não tem, dalgum lado lhe vem.”
Perante isto, o “nosso” Zé Manel, que deve ter tido uma abrangente passagem adminstrativa nas cadeiras que implicavam o domínio do direito constitucional e das instituições, não se pronuncia.
Fizeram bem os poucos resistentes, democratas e europeus, que lhe fizeram lembrar os princípios da Constituição Europeia que ele jurou. Certamente, já não se lembrava muito bem como o nosso exemplar, o esquecido belenense.
E perante todos os interesses ocultos resolvi pronunciar-me, tal como A. Garrett, esperando pelo engrossar do “sopro” patriótico que tarda a surgir perante tanta humilhação social e cultural.


Post de HMJ

domingo, 11 de novembro de 2012

Da janela do aposento 19: Em louvor da cultura, da ética e da estética





De forma adequada para a efeméride, escolhi da obra de A. Lorenzetti, a sua representação alegórica do “bom” e “mau” governo para encimar o “post”, destacando, sobretudo, a expressão viva e convincente do mau governante.



Existem, contudo, razões substanciais para desconfiar da capacidade de interpretação, por parte de quem nos visita, de manifestações culturais e estéticas, nomeadamente, dos países do Sul da Europa. A incultura tão arreigada nesta tecnocracia reinante, não lhes permite elevarem-se acima da “forma” de mestres-escola tipo Sarah Palin em que o recurso a “sebentas dos chefes financeiros” anula, à nascença, qualquer pensamento autónomo ou aceder a uma visão humanista do mundo.
Com efeito, a visitante costuma falar do alto do seu “pequeno” mundo, com a obstinação de quem desconhece que “a sabedoria faz os reinos fortes e dá vitória aos príncipes”, para além de roçar o pecado que a figura seguinte tão bem representa.


A “Superbia” [i.a. a soberba] manifesta-se, frequentemente, nos desprovidos de ética e estética pela sua postura de se colocarem “em bicos de pés”, ignorando que existem mais mundos para além da sua disfarçada voracidade de “pescadores de pérolas” em terra alheia.
Contudo, a falta de ética destes “actuais heróis” na sua desenfreada cruzada de subjugar a dignidade dos cidadãos europeus aos interesses da “roleta financeira” terá o seu climax e, como na antiga Grécia, conduzirá ao castigo daqueles que desafiam, indevidamente, os valores supremos da civilidade, da cultura, da ética e até da estética.
De facto, o Prémio Nobel da Paz, atribuído à Europa recentemente, não é para esses anti-heróis, mas para estadistas de craveira, cujo empenho nos ideais da paz permitiram uma reunificação de que a senhora visitante foi e é a principal beneficiada.

Post de HMJ, dedicado a todos aqueles, sobretudo portugueses e alemães, que desejam um outro rumo para a Europa

sábado, 27 de outubro de 2012

Justiça divina

Na Alemanha já neva. A sra. Merkel já deve ter substituído os soquetes por meias compridas, de lã. A temperatura mínima aponta para os 2º negativos.
Em Portugal, o sol brilha, embora intermitente. A relva resplandece num verde claro, macio e afectuoso. Dentro de casa, o termómetro marca 24º. Sem aquecimento, nem ar condicionado.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Comic Relief (52): Ai, que susto



Embora aproveitando uma imagem de uma campanha publicitária alemã, imagino que Angela Merkel deve ter ficado com "o cabelo em pé" ao saber que as agências de ratos também podem atacar os grandes depois de terem devorado os peixes pequenos.

Post de HMJ

terça-feira, 5 de junho de 2012

Quanto a Geografia, estamos conversados...

Agradeço reconhecido a AVP, esta "pérola".

terça-feira, 15 de maio de 2012

Os sinais do tempo


Quando soube que o primeiro avião, que levava François Hollande para se encontrar com Angela Merkel, fora atingido por um raio, perguntei-me se S. Pedro não seria de Direita. Ou se não queria que os dois se encontrassem. Felizmente, o segundo avião chegou a Berlim, normalmente, embora com 2 horas de atraso.
Precisados e sedentos que estamos, europeus, de um projecto mobilizador e de uma nova forma de solidariedade, será no entanto prudente não pensar, sebastianicamente, que o Presidente francês vai resolver todos os problemas. Já bastou a esperança desmesurada, hoje desvanecida, que se depositou em Obama (aliás, são os dois do mesmo signo: Leão). Não quero, com isto, dizer que estou céptico. Alguns aspectos simbólicos da sua tomada de posse e a escolha do PM (Jean-Marc Hayroult, antigo professor de alemão) permitem pensar com um ligeiro optimismo, e aguardar, com atenção, novas medidas.
Mas por outro lado há sinais, no tempo, que não apoiam nem sustentam grandes euforias. Ainda ontem, dramática e suicidariamente, os gregos levantaram 800 milhões de euros, dos seus bancos, para os aplicarem na dívida alemã, que é considerada segura...
No meio deste calor e desta pressão, sendo embora difícil, convém ter a cabeça fria e os pés assentes na terra. 

quarta-feira, 25 de abril de 2012

A melhor da semana (para mim)


A composição é de "Le Nouvel Observateur", e magistral como retrato de família. Dispensa comentários, embora possa notar-se a ausência de Serge Gainsbourg, que seria a ovelha negra do clã, para remate.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A patroa e o capataz da quinta


Não bastavam as críticas à Madeira (é certo que com alguma razão real, mas nenhuma autoridade, nem direito), numa ingerência abusiva da dona Merkel, logo o capataz Schulz (literalmente, poder-se-ia traduzir o nome por "meirinho"), presidente do Parlamento Europeu, alemão também, despropositadamente num colóquio, veio prognosticar o declínio de Portugal, justificando-o com os contactos havidos, pelo nosso PM, em Angola. Invejas, no fundo...
O que eles não referem é que na sua própria Federação, alguns estados não estão nada bem de finanças. Na länder de Bremen, por exemplo, uma família de 4 pessoas tem uma dívida (113.000 euros) pouco menor que, em média, um mesmo agregado familiar grego (116.000 euros) - são dados do Die Zeit de Dezembro de 2011, citados pelo Le Monde de 3/2/2012. E, em Berlim, uma mesma família está endividada em 73.000 euros. Por isso, talvez fosse mais apropriado a patroa e o capataz da quinta europeia fazerem os sermões dentro de casa...

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Os diúnviros e o triunvirato


Assisto, com crescente perplexidade, ao servilismo acarneirado dos políticos europeus perante a ditadura consumada com que o diunvirato Merkozy tiraniza a Comunidade. Sem a mínima reacção, senão muito tímidas e vagas declarações de intenções, os outros políticos da Europa vergam a cerviz e dizem sempre que sim àquilo que a dupla Merkel-Sarkozy lhes impõe.
Mais. Todos aceitam o triunvirato da ditadura das agências de ratos (standard & poor's, moody's, fitch) que, ainda ontem, proclamaram a insatisfação pelo resultado da última cimeira europeia, e ameaçaram cortar mais o rating dos países. 
Mas o que é isto? Que escravatura consentida é esta? E não se faz nada? Ao menos que os países europeus cortassem as avenças exorbitantes que pagam a esses boys, para viverem à grande e se enfrascarem de buzz, injectando-se de drogas - como refere Paul Krugman. Bem fez uma instituição bancária portuguesa que rescindiu o contrato com uma destas agências parasitas. Mas estes políticos europeus não têm coragem, nem hombridade e, como na "Metamorfose" de Kafka, também se vão transformando em musaranhos.
Ou, como diz o povo: "Quem não se sente, não é filho de boa gente." 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Nem tudo são rosas, para os alemães...


Fora algumas dores de cabeça e vergonha que a Sra. Merkel provoca nos alemães mais esclarecidos e democráticos, perante as suas atitudes rígidas e rusticamente reprováveis em relação à UE, nem tudo são rosas na vida dos alemães, hoje em dia. Só dos seus rendimentos, são-lhes retirados todos os meses, 5%, por causa do contributo para tornar a ex-RDA comparável à ex-RFA, depois da Queda do Muro de Berlim. E isto, até 2020, pelo menos. Mas, depois, ainda há mais agruras inesperadas...
Nos últimos dias (alterações climáticas?), o Reno corre com caudais mínimos e obrigou a restrições no transporte fluvial. Mais: deixou a descoberto uma bomba de grandes dimensões, no rio, não activada e lançada pelos Aliados no final da II Grande Guerra, junto a Coblença. Investigações recentes, localizaram, junto a esta, uma outra bomba mais pequena, mas potencialmente mais perigosa, no fundo do Reno, também inactivada, ainda.
Assim, amanhã domingo, 4 de Dezembro, cerca de metade (45.000 habitantes) da  população de Koblenz será evacuada de suas casas para o Ehrenbreitstein, para Escolas, e Edíficios Públicos de maior dimensão, para que estas 2 bombas possam ser retiradas e desactivadas, em segurança, por entidades competentes. Não bastava a Sra. Merkel, para os alemães ainda terem de arcar com as sequelas e consequências velhas do nazismo. Nem tudo são rosas...