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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Palavras de anteontem


Viriato Soromenho-Marques (1957) em clarividente entrevista, ao jornal Público, em 9/2/2020.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Dos Ilustríssimos


Sempre me surpreendeu a forma delicada e com pinças como são tratados os agentes da Justiça no nosso país. Muitíssimo melhor até do que os médicos, que nos tratam da saúde e que, ultimamente, até na imprensa têm sido vítimas de alguns vexames e enxovalhos...
Ora, todos sabemos a lentidão morosa e minuciosa como nos tribunais os processos se arrastam, a sobranceria com que juízes e advogados, mai-lo ministério público trabalham, sem que os próprios políticos se atrevam a chamar-lhes a atenção ou a pedir-lhes contas.
Finalmente, a nossa ministra da Justiça comprometeu, de forma lamentável, o governo democrático actual num acto de homenagem duvidoso a um passado ministro homónimo estadonovista.
Por isso eu subscrevo, inteiramente, e apoio as palavras (Da falta de noção) que Luís Aguiar-Conraria fez hoje publicar no jornal Público, sobre a Justiça portuguesa e seus ilustríssimos agentes.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Uma louvável iniciativa 56


A classificação de escritor regionalista funciona para muita gente como um anátema. E, nessa medida, João de Araújo Correia (1899-1985) está na mesma linha que um Aquilino ou um Tomaz de Figueiredo, o que, no meu modesto entender, é uma lídima tradição portuguesa.
O jornal Público tem vindo a fazer acompanhar, as Terça-feiras, de um bónus que é um livro de escritores médicos. Ontem, calhou a vez de Araújo Correia. Cada volume - edição fac-similada da primeira publicada - custa 6,90 euros. Que me parece um preço justo.
Aqui fica a informação a quem possa interessar.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Titular com os pés


Ora reparem-me neste cabeçalho de notícia, do jornal Público de hoje.
Terá de provir, naturalmente, de uma cabeça muito desarrumada, pelo menos.

sábado, 16 de novembro de 2019

Gralhas alcoólicas


Vá lá...
Desta vez sempre re-emendaram a mão... ou o pé boto.
Uma semana depois.

sábado, 9 de novembro de 2019

Cadê o Alicante Bouschet do sr. Comendador?


O sr. Pedro Garcias não foi reler o que tinha escrito, o jornal Público (Fugas, de hoje) não deve ter dinheiro para pagar a um revisor profissional, e foi assim que o vinho estreme de Alicante Bouschet, do sr. comendador Nabeiro, se transformou num lotado néctar de 4 castas, onde a referida atrás nem sequer entra. Claro que não dá a bota com a perdigota, alentejanas...
Irra, mas que bando de amadores!

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Uma louvável iniciativa 55


Em boa hora o jornal Público tem vindo a publicar, às Terça-feiras e ultimamente, edições fac-similadas das impressões originais de obras de alguns escritores médicos portugueses. Hoje, acompanhando o jornal referido, saiu A Barba em Portugal (1925), de J. Leite de Vasconcellos (1858-1941). A obra é um estudo etnográfico muito interessante e ilustrado.
Na próxima semana (22/10/19) sairá O País das Uvas, de Fialho de Almeida, também ao preço módico de 6,90 euros. Aqui fica o lembrete, para quem queira aproveitar esta feliz iniciativa.

sábado, 28 de setembro de 2019

As palavras do dia (37)


Tenho vindo a pensar se não estarei de acordo com estas palavras (sublinhadas) de V. P. V....

terça-feira, 9 de julho de 2019

Impromptu (45)


À falta de melhor assunto, ou na ausência deles, nas redes sociais não se tem falado de outra coisa, senão de um artigo de uma bonifrate, aqui há dias, no jornal Público.
Por que é que eu não hei-de juntar-me à corrente dominante, para não destoar da mob?

sexta-feira, 14 de junho de 2019

As palavras do dia (36)


Estou à vontade, até porque já falo dos malefícios do turismo intensivo há muito tempo. Quando, na altura, alguns me consideraram uma espécie de velho do Restelo xenófobo, que não era nem sou.
Agora, já quase todos rosnam contra eles, até o mec, repimpado em Colares, lhes dedicou uma crónica raivosa, há dias no Público, esconjurando estes turistas low cost que fazem perder a alma das cidades.
Mas o que mais me preocupa é que, se os edis de Barcelona ou de Bruges vão tomando medidas restritivas contra estas hordas chungas, o Medina lisboeta parece continuar a sorrir para elas, alarvemente, sem nada fazer. Depois, que não se queixe se perder as eleições, como merece...
Entretanto, leia-se acima o texto de António Guerreiro, na ípsilon do jornal Público de hoje, que põe o dedo nesta nossa ferida que vai alastrando como peste dos nossos dias.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Os mecanismos de substituição


Admito que não tenha sido por acaso que se convencionou, para hoje, celebrar-se o Dia dos Irmãos que, ontem no jornal Público e em crónica, Guilherme d'Oliveira Martins, afectuosamente, lembrou. Cair a data, no signo dos Gémeos, terá alguma razão de ser. Embora se a crismássemos de Dia da Fraternidade, a opção talvez fosse mais ampla. Até porque há quem não tenha tido irmãos.
A exemplo de Ulisses, o homérico homem dos mil ardis, quem os não tem, pode sempre inventá-los. Ou escolhê-los, que ainda será melhor. Foi o que fiz, desprovido que fui, por sangue, de fraternas presenças. Duas figuras humanas, com o tempo, foram crescendo a meu lado e ganhando o meu afecto crescente e natural, talvez por íntima afinidade e delicada proximidade de sentimentos. Cabe-me, por isso, lembrá-las com ternura. A Fernanda, que irei rever, hoje, e o António, que sempre, memorialmente, me acompanha.

sexta-feira, 12 de abril de 2019

As palavras do dia (35)


Vale a pena ler na íntegra esta crónica de António Guerreiro, na ípsilon, do jornal Público, de hoje.
E, depois, perguntarmo-nos, criticamente e caso a caso, da bondade de muitas fundações que por aí proliferam, sob a máscara da generosidade humana dos seus criadores...

terça-feira, 12 de março de 2019

Comic Relief (149)


Com alguma frequência, o jornal Público vem acompanhado de suplementos publicitários, em papel de maior ou menor qualidade, com grafismo de mais pobre ou mais luxuriante bom gosto. A estética das ilustrações varia muito, e claro que depende, fundamentalmente, das personagens retratadas. Com regularidade, aparecem autarcas anónimos que se aperaltam todos, com o fato de ver a deus, para a foto do seu momento de glória.
No suplemento de hoje (Business), a capa deve ter sido trocada, inadvertidamente. Porque a beleza nédia da capa aplicar-se-ia muito melhor a um suplemento que glorificasse, exclusivamente, e/ou tivesse por temática as excelências de qualquer gastronomia regional...

sexta-feira, 1 de março de 2019

Do mau gosto, como corrente editorial maioritária e dominante


Já por aqui me tenho feito eco das capas indigentes que as editoras portuguesas produzem para os livros que publicam. Basta parar em frente da montra da Bertrand, ao Chiado, para ver a feira de horrores de capas e capas. Já não bastava, para pouparem, as editoras terem dispensado os revisores competentes. Livros há, que são um amontoado de gralhas...
O uso aleatório de bancos de imagens, normalmente fotográficos, utilizados nas capas, revela um mau gosto estético generalizado, por parte dos conselhos editoriais que geram estes abortos impressos.
António Guerreiro, na ípsilon do jornal Público de hoje, põe o dedo na ferida. De forma responsável e capaz. É só lê-lo, com atenção.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Em defesa e proveito do nome


Quem deixou família, ainda tem quem o defenda ou proteja de barbaridades póstumas e apropriações indevidas e malfeitorias mal atribuídas.
É o caso de um poema de Sophia, fracote, que corre mundo pela net, como se fosse dela, não sendo. E é o que, normalmente, acontece quando não se cruzam dados e, à falta de biblioteca, se recorre a empresas de cultura barata e pindérica da net, como "O Pensador", "O Citador" e quejandos, para referir textos consagrados de autores célebres. Não se julgue porém que figuras prestigiadas, por preguiça académica, não copiam também de outros, às vezes, incorrendo assim no erro e pecado original. António José Saraiva, por exemplo, num trabalho, para a Clássicos Sá da Costa, atribuiu a Correia Garção alguns sonetos que são, realmente, de Cruz e Silva. E Jacinto do Prado Coelho, copiando de Júlio de Castilho, produziu algumas incorrecções num pequeno ensaio sobre o Abade de Jazente (Paulino António Cabral). No melhor pano cai a nódoa...
Dizia eu, no início, que sorte tem quem deixou família. Porque uma das filhas de Sophia tem procurado limpar o nome da Mãe, de excrecências menores que, falsamente, lhe são atribuídas por esses amadores rasteiros de poesia, que pululam neste mundo ignaro. Eugénio de Andrade não teve essa sorte, mas por outros motivos. Bem mesquinhos - diga-se.
Leio, no TLS (nº 6043), que Jane Austen conta, presentemente, com 330 descendentes. Sorte dela! E deles, ao mesmo tempo. Que lhe vão aproveitando a marca e o nome, para ir ganhando fama e para ir produzindo publicações menores e até produtos comerciais, que têm tido grande sucesso à custa da célebre romancista, cujo bicentenário da morte se comemorou, recentemente.
Isto, para o comércio, não há ninguém como os ingleses!... 

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Importa sublinhar...


Não sou grande entusiasta do articulista, em presença, nem das suas diatribes no jornal Público. Mas, desta vez, estou inteiramente de acordo com a frase que sublinhei do editorial que ele escreveu, hoje. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Interlúdio 64


Ao longo de todo o ano, todos os jornais vão publicando encartes publicitários, algumas vezes temáticos, muitas vezes propagandeando autarcas do interior português, que pretendem ser reconhecidos para além das suas paróquias regionais. Esta publicidade é paga, evidentemente, e não deve ser barata...
Agora, pela quadra natalícia, o jornal Público não tem tido mãos a medir.
Calhou hoje a vez à Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). Que escolheu Pêerres, para a nobre capa, daqueles que foram eleitos democraticamente por sufrágio universal. Às tantas, dei por uma omissão iconográfica. Mas não faz mal: as achas são para a fogueira...
Ora, adivinhem quem falta!

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Do palavrão, como inefável banalidade


Devo confessar, embora com alguma relutância e pudor, que em tempos de ingénua meninice, e por volta dos 11/12 anos, na ânsia de ser homem mais depressa, comecei a fumar, a escarrar para o chão e a dizer palavrões - passou-me depressa, felizmente, excepto o vício do fumo, que ainda hoje tenho.
Assisti, com bonomia, nos anos 80, instalada que foi e consolidada a liberdade e democracia, a alguns publicistas (bragas, cardosos, pimentas...) portugueses, em busca de fácil notoriedade, a usarem, a torto e a direito, uma linguagem que eles julgavam desbragada, para chamar a atenção dos puritanos leitores...
Esqueciam-se, porventura, das cantigas de escárnio e maldizer, do Cancioneiro Geral, de Lobo de Carvalho, de Bocage, Botto, do "merda" de Álvaro de Campos, de tantos outros, no entretanto português. Porque eles não eram, de maneira nenhuma, pioneiros. Depois, chegou a vez dos autores de alguns blogues vituperarem pessoas e coisas, de forma soez. Por exorcismo, catarse ou exibicionismo, quem sabe?
Pelo que li, hoje, na ípsilon, chegou a vez das senhoras donas romancistas (?). E de uma jovem que se platinou recentemente (o seu look, anteriormente, era bem mais modesto...). Que se desbrague à solta e lhe faça bom proveito! (Não será isso, de certeza, que a fará ombrear com Sade ou Miller, em qualidade - e nós já estamos habituados.)

domingo, 18 de novembro de 2018

Público, em edição estrangeira


Provavelmente, hoje em dia, a direcção dos jornais já nem sequer vê as provas, antes de pôr na rua a edição matutina dos ditos. E os revisores foram dispensados por obsoletos, ao que parece...
No jornal Público de hoje (18/11/2018) deparei-me com esta legenda estranha, na página 14. Terá  sido escrita nalguma  língua novi-latina? Em esperanto? Ou em grunho incompetente?
Venha o diabo, e escolha!

sábado, 17 de novembro de 2018

No tempo em que


Sou do tempo em que havia críticos sérios e competentes. Óscar Lopes, Gaspar Simões, Mário Sacramento, por exemplo, cada um à sua maneira, dizia o que pensava, subordinado apenas a um critério estético de qualidade. Não faziam favores nem fretes, não recebiam subvenções das editoras, não se curvavam a amiguismos - em suma, tinham a consciência limpa de julgar, com isenção, os livros que iam saindo. A sua palavra era uma garantia segura, que nos prometia, à partida, uma boa leitura.
Hoje, não. Há revistas que, como os folhetos das grandes superfícies, tentam é vender os seus produtos, neste caso, as suas publicações, há críticos nitidamente enfeudados, há por aí uns blogues que se auto-intitulam de blogues literários (?) administrados por umas costureiras de retalhos, que dizem sempre bem das obras de que falam e ainda têm tempo para produzir receitas culinárias pindéricas, normalmente vegans, ou de nouvelle cuisine de paróquia interior. É a nova crítica...
Às vezes, porém, a excepção vem confirmar a regra, e eu sou surpreendido por um critério isento, na apreciação crítica de um livro. Na ípsilon, de ontem, Mário Santos, sobre uma obra de um  autor muito badalado, escreveu assim: "...o autor conseguiu fundir numa única obra, e com indesmentível e insuperável eficácia, as melhores qualidades de uma historieta de aventuras do Major Alvega e as de uma novela cor-de-rosa de Corín Tellado (que só agora li para poder comparar). Com uma única desvantagem: a ausência das vinhetas da banda desenhada."
A quem me ler, aqui, lanço um repto ou adivinha. De quem falaria Mário Santos: de Paulo Coelho? De Rodrigues dos Santos? De Rosa Montero? De John Fante? De Modiano? De Margarida Rebelo Pinto? Do valterzinho mãe? De Dan Brown?
Prometo a solução, oportunamente...