Seria curioso contabilizar, no mesmo local, o aumento das lojas de souvenirs, i. e., os dormitórios locais...
Seria curioso contabilizar, no mesmo local, o aumento das lojas de souvenirs, i. e., os dormitórios locais...
O livro de cozinha, em epígrafe, tratando-se de uma tradução
do original intitulado «La Maison de Campagne», versão atribuída ao 1º Visconde de Vilarinho de São Romão, inclui três
extra-textos, engraçadíssimos.
O primeiro extra-texto, reproduzido acima, apresenta diversas formações
para as mesas, certamente de cerimónia, convidando o leitor para ir para a mesa
– digo eu!
O segundo, na imagem abaixo, apresenta-nos os utensílios
necessários na feitura das receitas. Bem gostaria eu ter alguns destes
apetrechos, embora não me possa queixar de muitas falhas na minha cozinha.
Do que já li e folheei, concluí que este livro de cozinha tem
uma vantagem relativamente aos anteriores, publicados em fac-simile pelo jornal
Publico.
O livro do Visconde de Vilarinho de São Romão é bastante
mais claro na explicação das receitas, juntando notas pessoais sobre a
alimentação, com conselhos saudáveis e escolha de produtos.
Portanto, esta Arte do Cozinheiro e do Copeiro terá
ainda uma utilidade para os meus cozinhados, não se limitando a um mero
documento das obras dedicadas à culinária.
Terceiro livro de cozinha facsimilado por iniciativa feliz do jornal Público, que hoje o acompanha, esta obra é de autor anónimo e foi editada em 1788. Dedicada essencialmente a doces, conservas e sobremesas, aqui a destaco e recomendo, a quem pratica estas artes nobres.
Com chamada evocativa a João Abel Manta, um oportuno lembrete de Luís Afonso, no jornal Público de hoje.