Mostrar mensagens com a etiqueta Máxima. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Máxima. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Em tirocínio para máxima


O futebol é o divã psicanalista dos pobrezinhos mentais. Deus o conserve - assim se evita muita violência doméstica inútil e uma enorme despesa clínica.

domingo, 10 de março de 2019

Em tirocínio para Máxima




A beleza é uma estrutura organizada.
A que pode acrescentar-se uma estética ou elegância pessoal e subjectiva.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Mínima, disfarçada de máxima


A atenção é, quase sempre, um dos aspectos menos valorizados e visíveis da inteligência. Bem como, muitas vezes, o uso subtil da ironia. Nos seus múltiplos aspectos...

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Máxima cristiana


Clemente por clemente, mais valia o Cerejeira.
(Que, ao menos, era de Lousado, o coitado...)

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Desconversando


A produtividade do trabalho intelectual raramente compensa, nem a boa vontade, de cujas intenções está o inferno cheio. Deus, no entanto, transformou o nada em tudo, durante apenas uma semana (depois de ter criado o tempo finito?), num recorde de produção divina, impaciente.  Ou, talvez, num desespero de solidão metafísica. Compreensível, aliás, para um sem-familia.
Depois, descansou eternamente, ao que parece.
E vai-se vendo, sobretudo, após o fim da Guerra Fria e a queda do Muro de Berlim - tudo tem aquecido imenso. E a chuva, caprichosa, faz negaças, continuamente. É o diabo! - como dizia o outro.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Com ambições de Máxima...


Talvez seja, racional e coerentemente, tão difícil explicar algumas opções, ao longo da nossa vida, como justificar, razoavelmente, a existência de Deus.

sábado, 5 de agosto de 2017

Prece, propósito, ou um bom princípio


Deus me dê o comentário justo (quando o faço) e sincero (quando o recebo).

domingo, 19 de junho de 2016

Máxima minúscula ( e rústica)


Ao princípio era o Verbo; ao despois foi a imagem. Para sempre.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Da máxima, a mínima excessiva


Como se forma o gosto?
De muito ouvir, de muito ler, de muito ver. De viver e  de pensar.
Mas ainda é curto, falta mondar, perder.
Comparar e escolher.
Mesmo que já muito poucos nos acompanhem.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

A tentação da máxima mínima


A arte pode ser uma actividade egoísta, sobretudo para quem a pratica, em relação aos mais próximos. Mas, para quem a vem a usufruir, depois, pode muito bem ser um partilha solidária, uma herança gratuita. E é por aí que se dá o equilíbrio, a reposição ou, melhor, a absolvição do pecado original.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Mínima, tentando a máxima


À amizade repugna a mentira. Mesmo a piedosa.
Pode suportar, no entanto, a omissão.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Entre a máxima e o provérbio


Se querem dançar, têm que pagar ao violinista.

Abraham Lincoln (1809-1865), em discurso de 11/1/1837.

domingo, 27 de setembro de 2015

Entre a máxima e o humor


Uma nação desenvolvida não é um lugar em que os pobres tenham carro. É um país onde os ricos usam transportes públicos.

Enrique Peñalosa, ex-presidente da Câmara de Bogotá (Colômbia).

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Em jeito de máxima


Não há senão duas atitudes em relação à vida: ou a sonhamos ou a cumprimos.

René Char (1907-1988).

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Máxima anónima


Um diplomata é um homem que se lembra da data do aniversário de uma senhora, mas se esquece de quantos anos ela faz.

Anónimo

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Máxima (?) de Baudelaire, com aditamento pessoal


Um homem que não bebe senão água, tem um segredo a esconder do seu semelhante.

Charles Baudelaire (1821-1867), in Du vin et du haschisch.


Aditamento pessoal:
penso que esta afirmação se aplicará, com ainda maior evidência, às senhoras...

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Máxima (e, por isso, comprida e sem imagem)

É por isso que eu já não consigo gostar de futebol.
O entrecosto estava óptimo, o ar, leve, e a luz de Verão insinuava-se feliz na esplanada outrabandista.
Mas, depois de uma vitória da selecção nacional, é impossível, num restaurante mediano e popular, pensar se estivermos sozinhos, ou dialogar, se acompanhados. A menos que se grite, porque todos berram, alguns até de mesa para mesa, tentando fazer prevalecer a sua sabedoria de treinadores de bancada e exímios conversadores da treta. Não há remédio: ninguém se lembra da crise, e Salazar sabia-la toda, com a sua estratégia dos três eFes. Mas isto, agora, está muitíssimo pior...
Tive que comer a torta de laranja à pressa e afastar-me, rapidamente, da Babel. 

APS, in 22 de Junho de 2012 ( no dia seguinte à vitória sobre a selecção da República Checa, por 1-0).

P.S.: que acosta, no seu lídimo "O Linguado", me desculpe, mas há coisas superiores ao meu desportivismo democrático.