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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Filumenismo (4)


É no que dá, arrumarem-se gavetas e armários... Coisas de que já não nos lembrávamos, vêm à tona. E acabamos por as apreciarmos, como se as víssemos pela primeira vez.
Os fósforos, que começaram a ser comercializados na primeira metade do século XIX, terão sido, no início e para os primeiros utilizadores, como que objectos mágicos, mas muito úteis. E houve quem, pouco depois, começasse a coleccionar as suas caixas e rótulos.
Cheguei, também, a juntar caixas de fósforos mas, verdadeiramente, nunca as coleccionei. Estes rótulos, belgas, dos anos 50/60, vieram junto com uma colecção de selos, que adquiri, há cerca de um ano. De engenhoso traço gráfico, e muito variados nos motivos, sendo bonitos, aqui ficam para partilha visual.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Filumenismo (3)


A temática é columbófila, e estes rótulos polacos de caixas de fósforos, são dos anos 60/70. O grafismo é delicado e, talvez, realista, porque o pombo representado no meio da fila superior é muito semelhante aos  congéneres portugueses. Imagino que Golebie é a palavra polaca para significar pombo ou pomba. Aqui fica a imagem, porque acho os desenhos bonitos.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Filumenismo (2)


São rótulos para caixas de fósforos checoslovacas, dos anos 50/60 do século passado. E representam objectos de cerâmica tradicional. Como não colecciono esta espécie, não tenho um destino certo a dar-lhes, mas como têm um grafismo peculiar e interessante, resolvi deixá-los por aqui, em imagem. São, pelo menos, decorativos e agradáveis à vista.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Filumenismo : uma vez, sem exemplo


Houve tempo em que o consumo de fósforos era intenso, por parte dos fumadores, porque os isqueiros eram caros e precisavam de licença, em Portugal. E havia muitos fiscais salazarentos, à espreita, a ver se apanhavam algum descuidado infractor. Um dos locais de emboscada, era à saída da Estação da CP, próximo do Rossio. Dizia-se que fora uma medida de Salazar, para proteger a indústria fosforeira portuguesa. Muito mais tarde, o uso de isqueiros foi liberalizado, apareceram os descartáveis (de marca Bic, no princípio), relativamente baratos e, alguns, até se podiam recarregar. Os fósforos maiores, de uso doméstico, nas cozinhas, foram também, pouco a pouco, substituídos por acendedores eléctricos. E o uso de fósforos tornou-se quase residual. Os fumadores de cachimbo é que continuaram a usar fósforos, preferindo-os aos isqueiros. E, depois, sempre havia os filumenistas, ou coleccionadores de caixas e carteiras de fósforos, que ainda hoje existem. Só episodicamente pratiquei filumenismo e, não há dúvida, que havia caixas e carteiras bem bonitas...
Em imagem, uma carteira de fósforos publicitária, portuguesa, e o rótulo de uma caixa de fósforos de cozinha, alemã.