É tão bom ser pequenino
Ter mãe, ter pai, ter avós,
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós.
Nota pessoal: estes "versinhos" de Carlos Conde, que Marceneiro cantava e a que conseguia retirar, pela sua arte e milagrosamente, alguma parte do seu lado de supino quitche, servem para legendar este postal do início do séc.XX.
O postal pela mensagem, no verso, terá sido enviado pela menina Anália, ao seu Avozinho, de que não sabemos o nome, mas teria passado por alguma indisposição, porque a netinha deseja-lhe melhoras.
