Pouco tempo depois de colocar o poste anterior, perguntei-me: donde virá a palavra lazúli?
Lembro-me, perfeitamente, que a primeira vez que deparei com ela - teria 11 ou 12 anos - foi num soneto de António Nobre (Na praia lá da Boa Nova, um dia,/ Edifiquei (foi esse o grande mal)/ Alto Castelo, o que é a fantasia,/ Todo de lápis-lazúli e coral! ...).
Cerca de seis ou sete anos, mais tarde, ao frequentar a cadeira de História de Arte, orientada pelo saudoso Prof. Mário Chicó, a palavra surgiu novamente. A propósito da Igreja de S. Roque, em Lisboa, onde D. João V fez construir a capela de S. João Baptista, do lado esquerdo do altar-mor, com materiais, maioritariamente, vindos de Itália: alabastro, mármore de Carrara e lápis-lazúli. A capela, em si, é excessivamente barroca, para o meu gosto. Mas vale muito a pena conhecê-la.
Cerca de seis ou sete anos, mais tarde, ao frequentar a cadeira de História de Arte, orientada pelo saudoso Prof. Mário Chicó, a palavra surgiu novamente. A propósito da Igreja de S. Roque, em Lisboa, onde D. João V fez construir a capela de S. João Baptista, do lado esquerdo do altar-mor, com materiais, maioritariamente, vindos de Itália: alabastro, mármore de Carrara e lápis-lazúli. A capela, em si, é excessivamente barroca, para o meu gosto. Mas vale muito a pena conhecê-la.
Concretamente, esta pedra fina e bonita chama-se lazulite. Tem uma cor azul-violeta, com brilho vítreo.


