No seu Prosimetron, MR lembra que é hoje que se celebra o Dia do Cinema, destacando O Leopardo, de Luchino Visconti, como seu filme predilecto. Eu apadrinharia este seu gosto, até porque as minhas opções seriam maioritariamente europeias (Rohmer, Bergman, Truffaut, Rosselini, Visconti, Risi, Scolla, Fellini...), com predominância inequívoca de realizadores italianos.
E, dentro destes, privilegiaria dois deles e dois filmes: Rossellini e "A Tomada do Poder por Luís XIV" (1966), pela pouco notada economia de meios ao tratar um tema tão denso. E "8 1/2" (1963), de Fellini, pela sua desmesura barroca genial.
Deste último deixo, neste Dia do Cinema, um pequeno tributo em vídeo, para o lembrar.
Gostava muito de Rossini, na minha juventude, ainda hoje gosto muito de algumas Aberturas de óperas de sua autoria. Depois, sempre pensei que ele devia ser um bonacheirão bem disposto. Para além dum gourmet respeitável, e a ter em conta.
Respeito imenso, também, a carreira lírica de Cecilia Bartoli. E as suas investigações musicais.
Acrescentemos Perrault e depois os vários títulos: La Cenerentola, Cendrillon ou Cinderela. Ou ainda, simplesmente, a nossa Gata Borralheira.
Em síntese, a sinopse, para quem não saiba. Poderia também falar-se da China, mas era muita areia...
Ora, oiçam lá este bocadinho!