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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Leituras e memória


Há leituras que nos ficam associadas para sempre a determinados lugares. Sei que o primeiro contacto que tive com haiku, foi na pequena mas bem escolhida biblioteca da embaixada do Japão, em Lisboa. As obras menos acessíveis de Shakespeare, li-as na Biblioteca de Galveias, ao Campo Pequeno. E os futuristas ou modernistas portugueses (prosa de Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, principalmente) foi na Biblioteca da Universidade de Coimbra, que primeiro tive contacto com eles, nos anos 60. Porque as obras estavam esgotadas, não havia ainda reedições e eram de difícil acesso, por outras vias.
E, por isso, acho curioso que vá ler, pela segunda vez, o Nome de Guerra, de Almada Negreiros,  por uma cópia fac-similada do original (provavelmente) que li, em Coimbra, há tantos anos atrás. Porque adquiri um exemplar, que vem hoje com o jornal Público, pelo preço habitual e módico de 5,95 euros.
Aqui fica a lembrança para quem o queira também comprar.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Uma louvável iniciativa (21)


Começando hoje e ao longo das próximas terças-feiras, o jornal Público, em estreita colaboração com a Biblioteca da Universidade de Coimbra, irá publicar e fazer acompanhar o diário de algumas edições fac-similadas das impressões originais de obras marcantes da Literatura Portuguesa, que os leitores poderão adquirir, por preço módico.
A iniciativa abriu com a reprodução integral, hoje, da dita 1ª impressão de "Os Lusíadas" (1572), pelo preço imbatível de 1,95 euros. As obras seguintes serão, no entanto, mais caras: 5,95 euros. Seja como for, é uma bonita e útil iniciativa que se deve acompanhar e destacar, com agrado.