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domingo, 31 de março de 2013

Apontamentos 3: A Vida Portuguesa



A imagem reproduzida de Catarina Portas, que responde pelo conceito e a gestão de diversos projectos, entre eles as lojas A Vida Portuguesa, consta da edição, de hoje, do jornal DIE ZEIT. O semanário em apreço tem dedicado a Lisboa e a Portugal alguns artigos que demonstram, não apenas bom gosto nas escolhas, como preocupação na diversidade e riqueza da cultura europeia e portuguesa.
Nesse sentido, o jornal demarca-se, sem dúvida, de outros "pasquins" - dos mais rasteiros, como o DIE WELT, ou "manhosos", como os restantes do grupo Springer - que insistem, até à exaustão, nos esteriótipos do português "manhoso, corrupto, preguiçoso, etc.". Por cá, esses "pasquins" têm, também, os seus seguidores, em "blogues" e quejandos. Costumam calçar sapatos acima da sua medida, avançando para apreciações culturais e históricas para as quais não têm a mínima preparação, para não falar da falta de sensibilidade para conviver com a "alteridade".
Recomendo, pois, a leitura do artigo.  É uma lufada de ar fresco na "bambochata" dos discursos apoucados de Merkel's e Schäuble's que, na sua ignorância cultural, "nasceram  para cinco, mas não chegam a dez" (!).
E, em dia de Páscoa, que a Europa de Cultura e de Paz tenha compaixão para com estes criados menores !

Post de HMJ

terça-feira, 19 de junho de 2012

Miscelânea, sem imagens

Há pequenos pormenores em que nos perdemos, sem remédio, num dissipação efusiva, mas contente.
Recapitulando: três narizes aduncos que falam francês; cinco ou seis manequins decepados onde nem sequer podemos adivinhar os sentimentos; vários encontros felizes, de todo imprevistos.
Martelando a realidade: os quiosques da Catarina ( Portas) não vendem cerveja, mas têm vinho  modesto para turistas sequiosos - acho que chega; as atendedoras são poliglotas e simpáticas, embora distraídas.
Geografia: do Jardim da Estrela ao Chiado.
Há dias tão cheios que não se podem contar, nem resumir. É deste modo que se cheira a eternidade.
Pena que Cesariny ou O'Neill já não possam glosar estes fragmentos lisboetas...
(Comentário: a modéstia, hoje, não será o meu forte.)