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domingo, 4 de novembro de 2018

Um cartaz brasileiro de propaganda, de 1932


Os símbolos repetem-se, muitas vezes adaptados a novas conjunturas. O cartaz brasileiro de 1932 destinava-se a despertar consciências para combater a ditadura de Getúlio Vargas (1882-1954). Mas inspira-se, flagrantemente, nos seus antecessores, inglês e norte-americano, que foram concebidos com motivos e razões distintas, para objectivos semelhantes.

domingo, 25 de outubro de 2015

Arte urbana ou a Justiça que se demora


Para quem passar pela rua da Escola Politécnica, não passará despercebido, pouco antes do Largo do Rato e ao lado da porta principal da Procuradoria Geral da República, um grande cartaz, artesanal, que todos os dias é actualizado nos seus primeiros números.
De um dos lados, senta-se uma mulher de meia idade e trajar modesto, do outro, um homem entroncado, quase sempre de pé. Da leitura do cartaz depreende-se que clamam por justiça. E 19 anos é muitíssimo tempo, não sei é se o casal terá direito a ela.
Tirando os Sábados e os Domingos, com determinação persistente, o casal monta o seu cenário, todos os dias úteis. Mas é um espectáculo deprimente, por várias razões. A tudo, a etérea e cega Justiça, representada pela instituição PGR, assiste serena. E consente.

agradecimentos a quem, a meu pedido, tirou uma fotografia do cartaz, na Terça-feira passada (21/10/2015).

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cartaz


O sugestivo cartaz publicitário, em imagem, de 1902, concebido por Eugène Oré (1861-1936), destinava-se a divulgar a revista francesa La Lanterne que, criada em 1877, a partir daquele ano passou a ser dirigida por Victor Flachon, até 1912. A publicação distinguiu-se pela sua campanha anti-clerical, que viria a culminar com a promulgação da lei da separação entre a Igreja e o Estado francês, a 9 de Dezembro de 1905.

com agradecimentos a H. N..

sábado, 24 de agosto de 2013

Retro (35)


Ainda vem longe o Inverno, como vem de longe (1905) este magnífico cartaz, do francês Abel Faivre (1867-1945), publicitando não só o Caminho de Ferro, mas também os desportos na neve, em Chamonix. Um original destes cartazes, sugestivo e interessante, foi vendido em Londres, no ínício do século XXI, já quase centenário mas em bom estado, por 6.000 libras.
Abel Faivre é ainda conhecido pelos seus cartazes apelativos e patrióticos, para apoio ao esforço da Guerra de 1914-18.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A terra em tempo de guerra

É notória, e já aqui o referi, a proliferação de pequenas hortas domésticas, nos baldios e declives da região outrabandista. Normalmente trabalhadas e cultivadas por africanos (maioritariamente, amanhadas por mulheres) que semeiam batatas, milho, tomate, couves... A necessidade pode muito, a crise aperta, a fome espreita, muitas vezes.
Mas já, noutras ocasiões e em períodos de racionamento, sobretudo no decurso da II Guerra mundial, os governos aconselhavam o cultivo de vegetais, mesmo em pequenas parcelas de terra, em jardins e, até mesmo, em vasos, nas varandas das casas, para diminuir a pressão da escassez alimentar.
A Itália, a Alemanha e Portugal, no início dos anos 40 do século passado faziam um aproveitamento pragmático da terra ao seu dispor. E também, na Inglaterra, se fez campanha de propaganda para o cultivo alargado de vegetais e outros bens alimentares como, neste sugestivo cartaz da imagem, de gráfico desconhecido, se pode ver.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Um cartaz, para MR...

...que é especialista em descobrir os mais bonitos e interessantes.