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sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Desfaçatez insólita



Esta lampeira raposinha, ainda jovem, atravessou-se no caminho do PR alemão (F. W. Steinmeier), em Berlim, tomando a dianteira oficial, na passadeira vermelha... 
Perdoe-se-lhe, por irracional, a ignorância das regras protocolares.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Uma fotografia, de vez em quando... (177)

 

Mark Power (24/6/1959), fotógrafo inglês e professor na Universidade de Brighton, desde cedo integrou a Agência Magnum e eu diria que terá algum fascinio pelas encruzilhadas, bem como por factos insólitos do dia a dia. A coincidência de se encontrar em Berlim, no mês de Novembro de 1989, permitiu-lhe cobrir a queda do Muro. E, mais tarde (2014), editar em livro (Die Mauer ist weg), um portefólio importante sobre o acontecimento alemão de significado europeu.




sábado, 29 de setembro de 2018

Uma fotografia, de vez em quando... (111)


Não haverá muito a dizer sobre a fotógrafa alemã Sibylle Bergemann (1941-2010), nascida em Berlim, e que passou uma grande parte da sua vida na parte oriental da cidade. Começou por trabalhar para jornais e publicações da RDA, mas acabou por alargar a sua colaboração às publicações da RFA, tais como a Stern e a Geo.


Foi uma das fundadoras, depois da reunificação alemã, da Ostkreuz, agência que englobava, num tipo especial de cooperativa, vários profissionais de fotografia. A sua obra incidiu, predominantemente, sobre cenas do quotidiano de Berlim Leste e arredores.


Em relação aos seus trabalhos, S. B. disse: "Interesso-me pelas periferias do mundo, não pelo centro."

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

As honrosas visitas


Nascido e crescido na província, não deixo de ficar pasmado e honrado com algumas visitas ao Arpose.
Hoje, por exemplo e logo de manhã, o Blogue teve uma visita do Município de Beja - deviam estar no intervalo do pequeno almoço... Não sei, porém, ao que veio. Mas logo, pouco depois, de Berlim e da Stiftung Preussischer Kulturbesitz ( qualquer coisa como: Fundação para a Cultura Prussiana), às 12h47, alguém veio colher elementos, ao Arpose, no velhíssimo poste "Heresias Literárias", de 26/2/2010. E, cerca de duas horas antes, o blogue tinha tido um visitante de Praga que me encheu de júbilo, pela sua proveniência. Nada menos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Checa (Ministerstvo Zahrainicnich Veci Ceska Rep.) que aterrou directo em 10/3/2013, no poste Lembrar Sequeira

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Interlúdio 53


Eu não quereria chocar os meus visitantes mais fiéis, habituados decerto a ritmos mais suaves, aqui pelo Blogue e, por isso, vou fazer uma declaração de interesses: não gosto, quase nunca, de música Rap, mas sou, quase sempre, tolerante.
Este videoclip, interessante na concepção, foi feito para comemorar o aniversário da geminação entre as cidades de Berlim e Pequim. E, como os patrões das futuras gerações de portugueses vão ser, na sua maioria, alemães e chineses, é bom irmo-nos habituando...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Berlim, anos 30...



Para melhor caracterizar a canção, acima, eu começaria por dizer que diferentes atmosferas, convívios, público e finalidades caracterizavam, no século XX português, os variados estabelecimentos nocturnos de diversão, que davam pelos nomes de: tabernas, bares, boates, dancetarias, discotecas...
Assim, esta canção é típica dos cabaret berlinenses dos anos 30. Mordaz, alegre e popular pelo tema social jocoso da história que conta. Com diferenças substanciais poderia, sem rigor, encontrar-lhe algum paralelo com o castiço fado vadio lusitano, que hoje já nem se ouve...

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Brincar em serviço?


Há muito que deixei de me referir, em poste próprio, à origem das visitas ao Blogue, uma vez que a diversidade se tem intensificado e tornado coisa banal. Das Antilhas Holandesas aos Emiratos do Golfo, da improvável Birmânia ao pequeno S. Marino, da Croácia ao Vietname...
Mas também cá de dentro e em horas de expediente, há um (uns?) visitante frequente do Ministério da Segurança Social, outro, de um conhecido Banco, entre outros.
E não posso deixar de referir que, ontem, tive 2 inesperadas, mas gratas, visitas de Berlim. Uma proveniente da Stiftung Preussischer Kulturbesitz que veio ver o quadro "Fons Vitae", que consta da Pinacoteca Pessoal 33. Faz algum sentido, porque o visitante anónimo deve trabalhar num organismo cultural germânico: Biblioteca? Museu?...
Finalmente, do Innenministerium, o equivalente ao nosso Ministério de Administração Interna, e às 15h34 (em horas de serviço, portanto), um alemão veio consultar um poste que fiz sobre Vinhos do Douro. Provavelmente, um enófilo impenitente e curioso que se entediava, cinzento, num gabinete ministerial berlinense.
Se a sra. Merkel descobre que andam a brincar em serviço... 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Quanto a Geografia, estamos conversados...

Agradeço reconhecido a AVP, esta "pérola".

terça-feira, 15 de maio de 2012

Os sinais do tempo


Quando soube que o primeiro avião, que levava François Hollande para se encontrar com Angela Merkel, fora atingido por um raio, perguntei-me se S. Pedro não seria de Direita. Ou se não queria que os dois se encontrassem. Felizmente, o segundo avião chegou a Berlim, normalmente, embora com 2 horas de atraso.
Precisados e sedentos que estamos, europeus, de um projecto mobilizador e de uma nova forma de solidariedade, será no entanto prudente não pensar, sebastianicamente, que o Presidente francês vai resolver todos os problemas. Já bastou a esperança desmesurada, hoje desvanecida, que se depositou em Obama (aliás, são os dois do mesmo signo: Leão). Não quero, com isto, dizer que estou céptico. Alguns aspectos simbólicos da sua tomada de posse e a escolha do PM (Jean-Marc Hayroult, antigo professor de alemão) permitem pensar com um ligeiro optimismo, e aguardar, com atenção, novas medidas.
Mas por outro lado há sinais, no tempo, que não apoiam nem sustentam grandes euforias. Ainda ontem, dramática e suicidariamente, os gregos levantaram 800 milhões de euros, dos seus bancos, para os aplicarem na dívida alemã, que é considerada segura...
No meio deste calor e desta pressão, sendo embora difícil, convém ter a cabeça fria e os pés assentes na terra. 

quinta-feira, 22 de março de 2012

Filatelia XXXVI


Figura incontornável da cultura germânica, Johann Wolfgang Goethe (1749-1832) faleceu a 22 de Março, em Weimar. Aquando do bicentenário do seu nascimento, em 1949, a Alemanha, nos seus diversos territórios, celebrou a efeméride, também, filatelicamente.
Assim, na imagem, podemos ver na primeira fila, um selo de Berlim. Na segunda linha, a emissão postal da Alemanha Federal e, finalmente, na última posição, a série de três selos da República Democrática Alemã, ex-RDA.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

A patroa e o capataz da quinta


Não bastavam as críticas à Madeira (é certo que com alguma razão real, mas nenhuma autoridade, nem direito), numa ingerência abusiva da dona Merkel, logo o capataz Schulz (literalmente, poder-se-ia traduzir o nome por "meirinho"), presidente do Parlamento Europeu, alemão também, despropositadamente num colóquio, veio prognosticar o declínio de Portugal, justificando-o com os contactos havidos, pelo nosso PM, em Angola. Invejas, no fundo...
O que eles não referem é que na sua própria Federação, alguns estados não estão nada bem de finanças. Na länder de Bremen, por exemplo, uma família de 4 pessoas tem uma dívida (113.000 euros) pouco menor que, em média, um mesmo agregado familiar grego (116.000 euros) - são dados do Die Zeit de Dezembro de 2011, citados pelo Le Monde de 3/2/2012. E, em Berlim, uma mesma família está endividada em 73.000 euros. Por isso, talvez fosse mais apropriado a patroa e o capataz da quinta europeia fazerem os sermões dentro de casa...

domingo, 23 de outubro de 2011

Mercearias Finas 40 : Bolo-rei


Ao princípio são os lagares, onde fruta diversa (cereja, cidrão, calondro, casca de laranja, figo...) é acompanhada por pasteleiros encartados que dela tratam, adicionando-lhe água e açúcar, e a remexem profissional e semanalmente. Retirada e enxugada, esta fruta dita "escorrida" (e não cristalizada, que é um outro tipo), bem como a fruta seca laminada (amêndoas, pinhões, nozes e, às vezes, avelãs) associada às uvas passas, serão o elemento decorativo e interior, imprescindível, da massa do célebre Bolo-rei. A isto se acrescentava uma fava embrulhada, antigamente, que, dizia-se, trazia sorte a quem coubesse, na fatia de brinde, do Bolo. As pastelarias de referência fabricam-no, tradicionalmente, desde o feriado de 5 de Outubro, até ao Carnaval. Aos fins-de-semana, mas com extrema intensidade nos dias 24 e 31 de Dezembro, e no dia de Reis (6 de Janeiro).
O Bolo-rei inspira-se, dizem, na "Galette des Rois", francesa, e começou a fabricar-se em Portugal, em data incerta do séc. XIX, provavelmente, na Confeitaria Nacional, de Lisboa, propagando-se gradualmente por todo o país. É hábito respeitado, normalmente, ser o Pasteleiro-chefe com o cotovelo a fazer o buraco central, em cada Bolo-rei. Com o advento da República quiseram chamar-lhe "Bolo da República", mas a moda não pegou e, por isso, sempre manteve o nome inicial. Pelo Natal e no Ano Novo, bem como no dia de Reis, o Bolo-rei era acompanhado por Vinho Fino (Vinho do Porto particular), nas mesas onde as famílias se reuniam, festivamente.
Ora, ontem, sábado 22/10, cá em casa iniciou-se a "saison", com o primeiro Bolo-rei. Que estava muito bom. Fiz uma pequena alteração ao que é tradicional: em vez do habitual Vinho do Porto, na fotografia, dei-lhe por companheiro um Vinho de Carcavelos, dos antigos e raros, da Quinta do Barão, entre Oeiras e Carcavelos. É um vinho mais seco e data do início dos anos 70, do século passado. Posso garantir que Willy Brandt o apreciava, enormemente, porque tinha um admirador português (Miguel Cerqueira) que, todos os anos, lhe enviava uma caixa de 6 garrafas deste vinho, para Berlim, através de uma família alemã de apelido Kirchwitz, que vinha passar Agosto e Setembro, em Esposende. E Willy Brandt agradecia. Só não tinha era o Bolo-rei português para acompanhar...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

As novas Taifas


Taifa, para quem não saiba e no contexto da Península Ibérica, significa, no passado histórico, um principado muçulmano independente. Mas taifa, neste poste, terá também um significado metafórico.
As taifas, recentemente, começaram na Tunísia, passaram ao Egipto e, depois, contagiaram a Líbia, num mimetismo de imitação que me provocou algumas dúvidas. Vitoriosas nos dois primeiros países e amplamente cobertas pelos media, talvez por falta de assunto, têm arrastado um longo e penoso empate técnico na Líbia. Beliscados e contagiados, foram também o Yemen, a Síria e a Jordânia. Mas os jornalistas, talvez cansados (coitadinhos...), já quase deixaram de falar nisso. Hoje, pouco sabemos se a Tunísia e o Egipto, afastadas as ditaduras, se encontram melhor e se as populações, realmente, beneficiaram com estas taifas. Até a Sra. Clinton e Obama deixaram de falar destes países...
Mas o movimento das taifas, depois de avassalar o sul e o leste, atravessou o velho Mar Mediterrâneo, avançou para a Ibéria e ocupou a Puerta del Sol, em Madrid. As visitas do Arpose que me desculpem  o cepticismo e a idade, porque não os posso evitar. Um dia destes deverá chegar, em aduar, ao Marquês de Pombal ou ao Rossio, em Lisboa. Esta imitação mimética, promovida pelas redes sociais (não são os pobres que se revoltam, esses, normalmente, nem têm telemóveis), preocupa-me. Falta aqui uma razão substantiva, uma ideologia concreta, um programa de futuro. Claro que o presente é cinzento e o futuro, parece, negro. Mas é preciso muito mais do que isto para destruir um sistema perverso que começou a instalar-se e reforçar-se, impunemente, sobretudo a partir da queda do Muro de Berlim.

quarta-feira, 2 de março de 2011

"Battaglia" de Andrea Gabrieli (1510?-1586)


...E como o cerco se aperta, com Teixeira dos Santos, em Berlim, e os rapazes da Moody's a invadir Portugal, ao som de Andrea Gabrieli: " Sus! A eles!"

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Nefertiti


Há cerca de um mês, li uma entrevista do Director do Museu do Cairo, em que este respeitável Conservador-Chefe egípcio afirmava, peremptório e com alguma lógica, que o busto de Nefertiti deveria ser devolvido pela Alemanha ao Egipto. Teria sido levado, no início do séc. XX e de forma algo fraudulenta, para fora do seu país de origem. Sentimentalmente, concordei - também a horda napoleónica nos levara o Livro de Horas de D. Manuel I, para França. Tivemos de o re-comprar, para voltar ao nosso país.
Na passada quinta-feira, o jornal "Die Zeit" trazia, na capa, uma imagem retocada e distorcida do famoso busto de Nefertiti, que se guarda num museu de Berlim, em que a Raínha punha a mão na boca, de susto, e escandalizada olhava para o título do jornal alemão: "A Arábia levanta-se!"
Lembrando-me do saque que houve no Museu de Bagdade, após a invasão americana, e nos roubos e vandalismo que já houve, nestes últimos dias, no Museu do Cairo (e deixem-me ser elitista e profundamente crente na civilização europeia!), eu diria (o Rumsfeld era um crasso palerma americano ignorante!): - Ah! velha Europa, se não fosses tu!?.

domingo, 11 de julho de 2010

Um comboio "tropical": Berlim-Colónia


Ontem, 10 de Julho de 2010, no comboio "Intercity Express" que seguia de Berlim para Colónia, ao fim da tarde, o ar condicionado avariou e deixou de funcionar. A temperatura interior foi subindo, nas carruagens, até atingir 50º. Começou a haver aflições, delíquios e faltas de ar. O comboio teve que suspender a sua marcha, em Bielefeld, onde 44 passageiros tiveram que ser assistidos por équipas médicas.