A pseudo-erudição, no seu lado bom, é a homenagem prestada pela ignorância à cultura.
E. M. Forster (1879-1970), in Aspects of the Novel (1927).
Essencial e inicialmente crítico de arte, Roger Fry (1866-1934) cultivou também, de forma primorosa, a pintura. Descendente de uma família quaker inglesa foi compagnon de route do grupo de Bloomsbury (ver pintura de V. Woolf, no Arpose, 23/6/2014) e bem sucedido retratista (E. M. Forster, Yeats...).
Bem representado na Tate, Roger Fry interessou-se pelos primitivos pintores europeus, vindo depois a dedicar-se à moderna pintura francesa, do ponto de vista de estudioso e crítico de arte. Além de retratista, podem admirar-se algumas suas telas na temática paisagística (Provença, 1911, na Tate, por exemplo).