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domingo, 22 de novembro de 2015

Herberto / Eugénio


É timbre das corporações, sejam elas profissionais ou de interesses, uma certa omertà que, tacitamente, inibe os seus membros de revelar métodos, de criticar outros membros dessa mesma sociedade, denunciando-os ou referindo as suas fraquezas. Protegendo-os assim de perigos exteriores.
Herberto Helder completaria amanhã (23/11) 85 anos, não fosse ter falecido a 23 de Março passado. Não é demais lembrar a notável evolução ( na minha opinião, positiva ) que se processou nos seus últimos livros publicados, e que engrandeceu muito a sua obra poética. Coisa rara, na velhice dos poetas.
Mas além de notável artífice, nesta carta manuscrita que dirigiu a Eugénio de Andrade, pelo Natal do ano 2000, revela um apurado sentido crítico, sem papas na língua, ao abordar a obra poética de alguns confrades, de forma desapiedada, mas muito certeira. Coisa, também, muito rara nos tempos que correm.

Nota: a carta manuscrita de Herberto Helder, para Eugénio de Andrade, não é inédita. Foi publicada no "Jornal do Fundão" em 17 de Junho de 2005. Reproduzimo-la, em memória dos 2 grandes poetas do século XX português. E para os relembrar.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Curiosidades 24


Esta carta, em imagem, de Luís Augusto Rebelo da Silva (1822-1871), historiador, romancista e homem político, é reproduzida de um catálogo bibliográfico de 1916.
É um documento de empenho (sem data), ou de cunha, dirigido a alguém (?) influente nos Ministérios de Lisboa, tendo sido escrita em data posterior a 1856. Nele são referidos: o Marquês de Loulé (1804-1875), António Vicente de Carvalho Leal e Sousa (1821-1911), o Conde de Bretiandos, Gaspar da Cruz e José da Costa Pinto Basto (1808-?). E ainda a localidade de Vila Nova de Famalicão.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Eugénio de Andrade faria, hoje, 90 anos


Nota pessoal: a carta manuscrita, de Eugénio de Andrade, data de 5 de Janeiro de 1967.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Carta de Ruy Belo para Eugénio de Andrade


Nunca mais soube nada da Fundação Eugénio de Andrade, envolta que tem estado num plúmbeo silêncio (de auto-dissolução?), depois do litígio interno de que foi objecto, infelizmente. O Eugénio não merecia isso.
Mas, há dias e por mero acaso, encontrei num alfarrabista lisboeta o nº 5 da revista "Pretextos" - cuja existência desconhecia - que terá sido, provavelmente, sobre o Poeta, a última publicada. Tem data do Inverno de 2004, e documentação expressiva e interessante. Dela retirei esta carta de Ruy Belo para Eugénio de Andrade. Aqui fica.