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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Da utilidade e do uso



Pagou-se-me amplamente por si, pela muita utilidade e uso que lhe fui dando ao longo dos anos, este Rifoneiro Português que Pedro Chaves editou em 1928, na Imprensa Moderna, da Rua da Fábrica, nº 80, no Porto. O livro terá sido reeditado em 1945.
E não se pode dizer que tenha sido muito caro: Esc. 680$00 - que bem os mereceu!
Talvez cerca de 90%  dos postes do Adagiário(s), com que inicio, habitualmente, os meses no Arpose, foram dele recolhidos, ao longo destes mais de 12 anos de exercício.

sábado, 1 de setembro de 2018

Adagiário CCLXXXVI


Polar pelo velacho, dois pingos de água, Terreiro do Paço.*


* Pedro Chaves, no seu "Rifoneiro Português", explica assim o provérbio: "Quando os veleiros voltam do Brasil e começam a ver a estrela polar pelo pau do velacho, é quando já se acham próximos de Lisboa; se nessa altura chove e como quase sempre a chuva é acompanhada de vento do sul, soprando esse vento, a chegada a Lisboa era muito rápida."