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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

O estado da fé


Eu creio que os resultados do gráfico, em imagem, que o último L'Obs.(nº 2719) publicou, sobre a França, não se afastarão, porventura, muito dos números, percentualmente, que se poderiam obter em relação ao catolicismo, em Portugal. Nas últimas décadas os crentes em seitas (brasileiras e americanas, principalmente), os animistas e o número dos agnósticos aumentaram substancialmente.
Já éramos um país de platónicos, em relação à fé, cujo maioria se confessava, comodamente, católico  não praticante, no tempo em que isso era aconselhável e politicamente correcto. Hoje, se calhar, nem isso...

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Fé, café e música


16.000 igrejas abandonadas ou encerradas, no Reino Unido, segundo refere George Steiner, em entrevista concedida a Laure Adler, em 2015. A escassez ou ausência total de fiéis assim o justificou.
Em Antuérpia, ainda não há muitos anos, na paróquia de Sint-Norbertuskerk, na Dageraadsplaats, o padre da paróquia, em emergência, convocou os fregueses católicos para lhes dar conta que a igreja poderia vir a ser transformada em mesquita. Perante a fraquíssima afluência de fiéis, a autarquia ponderava a decisão, a pedido da comunidade islamita da zona, de a entregar para readaptação a mesquita. A reunião da comunidade católica decorreu com alguma preocupação e dramatismo, mas foram tomadas medidas, ajustadas à questão, para debelar o problema candente.
Ainda hoje, Domingo, depois da missa das 11h00, foram servidos bolinhos e café, aos fiéis que quisessem retemperar forças e também aos que se encontrassem em jejum, por causa da comunhão. A música passou também a ter lugar cativo (Cantatas de Bach, hoje) durante os ofícios divinos. A assistência de fiéis e frequência recompôs-se satisfatoriamente, nos últimos tempos...