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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Ennio Morricone (1928-2020)



Nota secundária e pessoal: 
é sempre aconselhável, ao escrever, ter algum cuidado com os adjectivos.
O plumitivo do blogue Da Literatura, será, com certeza, um homem generoso. Escreveu sobre Morricone que era: "o mais importante compositor de cinema de todos os tempos."
Passou por cima de Nino Rota, pelo menos. Não posso perdoar-lhe tal ligeireza, ainda que sentimental!...

domingo, 19 de agosto de 2018

Música e Poesia LXX

Fellini teve a sorte de encontrar, em Nino Rota, o contraponto capaz ao seu génio. Mas, raramente, isto acontece: esse equilíbrio de divina proporção. E, com isso, as imagens acabam por ser obliteradas na memória do filme, pela música. Assim acontece, por exemplo, n'A Missão - filme menor, quanto a mim - largamente ultrapassado pela música de Ennio Morricone, apesar dos bons desempenhos de Robert de Niro e Jeremy Irons. Quantos de nós, provectos, não saberão assobiar, ainda, a marcha de A ponte do rio Kway? Ou atinar com algumas músicas de Bernstein, concebidas, especial e inspiradamente, para West Side Story. Alguém se lembra do nome do realizador do filme? Eu, não.
Kubrick, que era inteligente mas demasiado cauteloso, foi-se aos clássicos, desacertadamente. Se atinou bem - quanto a mim -, em Zaratrusta, banalizou-se, clamorosamente, no Danúbio Azul, que acompanha o movimento da nave, pelo espaço. Os Strauss, como família musical, nem todos eram magníficos. Assim como os Bach. Os genes evoluem, uns para melhor, outros, para pior...

segunda-feira, 8 de julho de 2013

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Da banda sonora do "Cinema Paraíso"

Ao que parece, este excerto musical da banda sonora do "Cinema Paraíso" (realizado por Giuseppe Tornatore) é da autoria dos Morricone: pai (Ennio) e filho (Andrea).  A interpretação pertence a Itzhak Perlman e John Williams.