Quando, folheando uma revista, deparei com este reclamo de 1933, talvez a despropósito, lembrei-me da camoniana e bela canção que começa: Vinde cá, meu tão certo secretário...
Porque, arrumadas cuidadosamente, tenho ainda duas máquinas de escrever, de boa recordação, mas que já não uso há anos. Da Remington portátil fiz-lhe uso intenso mais de 30 anos. Mas iniciei-me, laboriosamente, numa antiquíssima Smith Premier (Syracuse, U. S. A.), ainda com duplo teclado (maiúsculas e minúsculas), que, nas palavras de um conhecedor, terá sido a segunda marca de máquinas de escrever importada para Portugal. Quase uma peça de museu, portanto.
Como, aliás, serão todas as máquinas de escrever, hoje em dia...
