Mostrar mensagens com a etiqueta Riso. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Riso. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 24 de junho de 2013

As razões díspares do riso e do sorriso


Não deixa de ser curioso constatar como coisas, tão diferentes na sua origem, podem provocar uma mesma sensação no indivíduo receptor.
As greguerías de Ramón Gómez de la Serna têm origem intelectual numa mente privilegiada em cultura, inteligência, imaginação filológica e verbal de associação, e também de fino humor. Quando as leio, não posso deixar de me rir ou, pelo menos, de sorrir.
Num paralelismo insólito e aberrante, provindas da pouquidão mental de alguns cibernautas com cabeças desarrumadíssimas e um grau avançado de iliteracia galopante, chegam ao Blogue, frequentes search words hilariantes e desconexas. Atente-se nestas duas últimas, bem recentes:
- "bribiografia espresso particaalfredo amilcar escher".
- "cancan comeca na na ra ra  na na macrtey".
Como é que eu não podia deixar de me rir às gargalhadas?

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Bergson, a propósito do humor e do riso


Da obra de Henri Bergson (1859-1941), Le Rire:

"Numa sociedade de inteligências puras não se choraria, provavelmente, nunca mais, mas rir-se-ia, talvez, ainda;"

"Não será um raciocínio análogo ao de Giboyer em «Effrontés»? Fala-se de uma noiva de quarenta anos que leva flores de laranjeira nos seus cabelos de núpcias: «Ela teria direito a laranjas» diz Giboyer."

"Théophile Gautier disse do cómico extravagante que é a lógica do absurdo."

domingo, 16 de janeiro de 2011

Creio que não é muito frequente,...





...ver um chinês, a rir-se, abertamente.

P.S.: para JAD, que já esteve na China.