O recente texto, de António Guerreiro, publicado na ípsilon de 21.6.2013, eleva-nos a um patamar do prazer estético que se alia, na perfeição, ao primado ético e moral da escrita.
O equilíbrio entre o saber pensar e saber escrever, cada vez mais raro, provoca, merecidamente, a admiração do leitor. Ou como diria um amigo meu, com exclamação: Caramba, gostava de ter escrito um texto assim !
António Guerreiro dispensa, certamente, a publicidade, porque ele impõe-se pelo exercício nobre da escrita.
Post de HMJ
