Pelo meio da enologia, ainda que com poucos conhecimentos, consegue entender-se que nem toda a gente sabe trabalhar as castas. No meu modesto entender, a sensibilidade, competência e gosto de Jaime Quendera (Adega de Pegões) não abundam no mundo do vinho. Daí que muitos rótulos não ostentem sequer o nome do enólogo-autor, por precaução... No meu amadorismo penso que uma das castas mais difícil de lotar bem é a Fernão Pires (Maria Gomes, na Bairrada). Há vinhos que ficam salgados, outros gasosos... Provei hoje um 3 Castas Fiuza (Arinto, Chardonnay e Fernão Pires) 2025, bastante tosco para a Garoupa assada muito boa, que bem merecia outro néctar apaladado e de qualidade profissional. Azares...
Não o recomendo, de modo nenhum.

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