Chega, na pequenina justiça à portuguesa, com a PGR e o MP acabam por ser, ciclicamente, os suspeitos do costume, sobretudo quando há eleições nas proximidades.
Mas se Falcone e Borsellino, italianos, eram homens de valor, os agentes portugueses da justiça são, anonimamente, apenas farsantes cobardolas.
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