segunda-feira, 21 de julho de 2014

Nada se perde, tudo se transforma


Com uma restrospectiva, no Whitney Museum, que seguirá depois para o Centre Pompidou, Jeff Koons (1955) soma e segue... Em imagem, Split-Rocker, uma espécie de escultura-brinquedo gigantesca, composta de cinquenta mil flores.
A aceitarmos Koons, teremos que ser complacentes para com Joana Vasconcelos (1971).

7 comentários:

  1. Bom dia!
    Complacentes, sim, mas não mais do que isso.
    Bastaria a relação de Koons com a notável escritora e ativista italiana de origem húngara, Ilona Staller, especialmente o épico "Made in Heaven", para elevar a sua obra a alturas inalcançáveis pela decoradora pimba...

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  2. (O meu comentário está ao nível da obra desses dois, mas com menos cores...)

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  3. Prefiro mil vezes a Joana Vasconcelos que até tem umas peças que aprecio. Outras nem tanto.

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    1. Embora eu "acompanhe", também não gosto.

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  5. Eu, sinceramente, da sra. Ilona Staller nem a mama aprecio; as vacas costumam tê-las bem mais "expressíveis", se é que me faço entender...

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    1. Nem tudo é uma questão de quantidade e, como diz o povo: "Quem o feio ama, bonito lhe parece."

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