segunda-feira, 21 de março de 2016

Da ingenuidade, como disfarce


Da leitura do jornal Público, de hoje, colhi dois motivos de reflexão. E ambos de candura quase infantil...
Para onde quer que vá ou viaje, um Presidente norte-americano, havemos de vê-lo sempre rodeado de seguranças. Ora, todos eles (seguranças) são facilmente identificáveis: fatos sombrios foleiros, óculos escuros, quer chova ou faça sol, e cabelo rapado ou cortado à escovinha. Qualquer sniper banal e mesmo pouco dotado os reconhecerá à distância... Como nós reconhecemos, nas ruas portuguesas, aos pares, os Meninos de Deus da seita americana, na sua clonagem geminada e fruste.
A segunda reflexão veio-me dum título, reproduzido abaixo. Já suspeitámos ou ficámos a saber para que zona do mundo se irão orientar os negócios do nosso ex-vice-primeiro-ministro, desempregado. Ou, eventualmente, quem lhe irá dar trabalho e pagar-lhe o ordenado futuro...


2 comentários:

  1. Deixe-me agora a mim fazer de ingénuo.
    Os seguranças do Obama não se parecem nada com a descrição que faz. Eu vejo perninhas e vestidinhos curtos.
    Sobre África, pois convém saber quem será o padrinho do Dr. Portas. Desconfio de um primeiro-ministro que anda a fazer reuniões secretas com a padeira de Aljubarrota, com muito segredinho, para lhe passar mais uns bancos portugueses. Mais perece um comissionista.

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    1. E eu a pensar que eram hospedeiras do Air Force One...fui bem enganado!
      Isto, quanto a negócios interestaduais, diplomaticamente, tem que tratar-se ao mesmo nível: então a Belinha não é a primeira dama da ex-colónia?!
      O Portas deve ter o seu submarino privativo para cruzar o Atlântico, nem precisa de padrinhos.

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