terça-feira, 8 de março de 2016

Perguntar, ofende?


Porquê Paris?
Eu sei que a capital francesa já foi a segunda maior cidade habitada por portugueses, mas haveria necessidade de lá celebrar o dia de Portugal, no próximo 10 de Junho?
Imagine-se o dia nacional da Turquia a ser celebrado em Berlim...
Ocorre-me uma palavra francesa para pré-definir o próximo mandato presidencial: flamboyant.
Oxalá me engane!

16 comentários:

  1. Ridículo. E quem escolheu? O Cavaco?
    Bom dia!

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    1. Pelo que sei, foi o próprio Marcelo.
      Boa tarde!

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  2. Perguntar não ofende. Mas porque não Paris?

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    1. Eu teria preferido Ceuta. E assim por diante, até chegar a Dili. Aproveitando, pelo caminho, Maputo, para homenagear o Pai.

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    2. Isso já me parece uma visão colonialista do mundo português... Ainda é cedo para essas cidades, onde há poucos portugueses e as memórias são desencontradas. Talvez depois de 2075...
      Em França, a História é outra. O Observatório da Emigração assinala que estão inscritos nos consulados(2013) mais de 1,24 milhões de portugueses em França, dos quais 2/3 na região de Paris.
      Se este Dia de Portugal serve para alguma coisa, que não seja outra vez para enaltecer as belezas de Lisboa, as desgraças do Interior Esquecido e Ostracizado nem as gravatinhas emproadas ou as palavras ocas da Corte.

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    3. Há sempre V. Real de Sto. António, em alternativa,...ou Sobradelo da Goma
      Mas, em Ceuta,até era uma forma subtil de incomodar Espanha, que ainda lá está. Fora os vestígios lusos que iria encontrar.
      Em Paris, não deixámos nada, e há sempre o risco de um atentado do E. I..

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    4. Ah ah ah! Sobradelo da Goma! E Olivença, o que lhe parece? Talvez menos subtil...
      Não concordo com esse "em Paris, não deixámos nada", que acho um pouco arrogante, se me permite a palavra um pouco forte - como se apenas ficasse, da presença dos Povos, a Alta Cultura ou seu equivalente. Em Paris há muitas pedras, muitos edifícios, muitos lares, muitas fábricas, que tresandam ao suor de milhares de portugueses. E há restaurantes e cafés portugueses. E há o tal milhãozito de portugas ou seus descendentes.

      (Esta era a única coisa que eu, até agora, tinha visto de positiva no Professor Marcelo, e logo vai assim destruir-me a ilusão?)

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    5. Todos temos direito aos nossos sonhos. Não há dúvida que há muito suor português pela França, de lá veio, no entanto, muita da cultura para Portugal, entre o séc. XVIII e parte do XX. Agora, infelizmente, vem é do Faroeste.

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  3. Realmente estão inscritos muitos portugueses em França (maioritariamente em Paris!). Mas, pergunto:terá pesado, na escolha, o facto de decorrer o Europeu de futebol de 2016, em França?
    Boa tarde,

    Isabel Abreu

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    1. Talvez, não seria a primeira vez de um conúbio promíscuo entre política e futebol.
      Boa tarde

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    2. Anh!!! Fui ver e o campeonato começa a 10 de junho com um jogo França-Roménia, em St Denis.

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  4. Realmente estão inscritos muitos portugueses em França (maioritariamente em Paris!). Mas, pergunto:terá pesado, na escolha, o facto de decorrer o Europeu de futebol de 2016, em França?
    Boa tarde,

    Isabel Abreu

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    1. Hmmm... É possível... E começa, precisamente, no dia 10 de junho. O primeiro jogo de Portugal é a 14, em Saint Etienne, mas Marcelo e a comitiva poderão arranjar uma desculpa qualquer para ficar...
      Visto noutro prisma: milhares de europeus deslocam-se a França para celebrar Portugal...

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  5. Porquê Paris?
    Boa pergunta.
    E se a escolha estiver relacionada
    com futebol, então começa bem a nova
    presidência. Lamentável!

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    1. Eu creio que isto se insere mais na cultura do espectáculo que, provavelmente, irá dominar este próximo mandato presidencial. Marcelo gosta de agradar e surpreender.

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