segunda-feira, 6 de junho de 2016

Vampiros de segunda geração


Parece-me que agora é de vez. Pré-anunciada, frequentemente, a ressurreição da memorável Colecção Vampiro, o jornal Público, de Domingo, em extenso e informado artigo de Luis Miguel Queirós, atesta a sua concretização pela Porto Editora. E tenho que me congratular porque, nos primeiros números, haverá algumas reedições de S. S. van Dine (1888-1939), o meu escritor de policiais preferido, e de quem, por aqui, já falei.
Não sei é se o preço de 7,70 euros será justo. Para quem ainda compra antigos Vampiros, como eu (faltam-me 89 números, para completar a colecção original, composta por 703), sabe que, usados e em razoáveis condições, se podem adquirir entre 1 e 3 euros. Excepto os autores de culto, mais procurados, que podem ir dos 6 aos 12 euros (Agatha Christie, Simenon. E. S. Gardner). Preços intermédios (3 a 5 euros) custam normalmente os Hammet, Chandler, Ellery Queen, Sayers, van Dine...
Seja como for, foi uma boa notícia, esta da ressurreição da celebrada Colecção Vampiro.


2 comentários:

  1. É caro.
    Não terá Simenon.
    Achei o artigo do Público um bocado atabalhoado - e nem sequer falam do livro da coleção que mais me assombrou - Ritual da Morte, de Ngaio marsh (isso, claro, descontando os de Simenon; aquela capa de "O meu amigo Maigret" é incomparável; mas eu prefiro a antiga coleção Maigret/Simenon da Bertrand).

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    1. Também pensei...
      O seu Ngaio Marsh é o nº 199, que tenho, bem como o 477 ("O castor assassinado"), do mesmo autor.
      Não desgostei do artigo do L. M. Queirós. Dá muita informação e, alguma, eu não conhecia.
      Sobre Simenon, felizmente, tenho todos os volumes da Vampiro (73), da Bertrand, só alguns.

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