Já lhes chamaram os Magriços, e portaram-se bem, numa altura em que não havia inflação nem exagero nas previsões, antes modéstia e prudência objectiva.
Hoje, que há falta de melhor pretexto para a auto-estima nacional, os comentaristas residentes e mercenários desdobram-se em elogios e em ais Jesus! nas antevisões oníricas e parvas sobre a selecção nacional.
Ora, parece-me que os antigos Magriços se transformaram, agora, nos novos Empatas...
Mas também quem nos obriga a pôr o destino da nossa alegria nos pés de 11 criaturas?
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