terça-feira, 4 de julho de 2017

Deambulações a Oeste


Nem sanjoaninas, nem de S. Pedro, as orvalhadas vieram refrescar esta manhã os campos e o ar, com um atraso considerável, mas bem-vindo.
Numa casa estranha, embora amiga, o mais difícil é o misturar das águas, na temperatura certa, e a aprendizagem situada e local dos interruptores, sobretudo pelos corredores da noite, se nos levantarmos. Daí, às vezes, sonharmos com eles, em aflição irreal.
Mas também, pela casa, nos surpreende a solução inteligente de algumas coisas, o conforto de medidas tomadas, a justificação lógica de sequências, nos arrumos domésticos, diferentes dos nossos, que também teriam sido pensados.
Não lhes estranhamos a falta porque,  por aqui, arrulha um casal de rolas, semelhante ao outrabandista.
E, depois, o mar acerta tudo, pela medida grande.


para quem de direito, afectuosamente.

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