sexta-feira, 11 de maio de 2012

As ambiguidades da língua portuguesa


Em todos os partidos políticos, com vocação de Poder, sempre houve, há e haverá líderes a tempo certo, com contrato a prazo, para cumprir, obsequiosamente, as travessias do deserto. Santos e Castro, Fernando Nogueira, Marques Mendes, Luís Filipe Menezes, Manuela Ferreira Leite, Ferro Rodrigues...(indo da Direita para a Esquerda) cumpriram, na sua medida o papel de beduínos sacrificados, de oásis em oásis, o seu papel de, entre intervalos de Poder, conduzir os seus partidos, do vazio até à nova vitória de que já não colherão nem fama, nem proveito.
Com isto, eu queria chegar a um título de jornal (Público), hoje, que encima um pequeno artigo, ou uma frase malsã,  talvez perversamente escolhida pelos jornalistas, que prova não só o que eu disse atrás, mas também que a língua portuguesa pode ser excessivamente traiçoeira e ambígua. Atentemos, por isso, nesta desastrada frase do secretário-geral do PS, António José Seguro. Disse ele:
"Estou disponível para ir para a rua!"

2 comentários:

  1. Realmente, frase "malsã"... e também não conhecia a palavra, por isso a coloquei entre "".

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  2. Mas o rapaz estava a pedi-las..:-))

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