terça-feira, 1 de outubro de 2019

Da leitura 32


Terminei a leitura do quinto livro de W. G. Sebald (1944-2001), com a profunda convicção que se trata de um grande escritor, a cujo estilo me fui habituando, assim como se entrasse em casa conhecida, ao lá voltar... Pratico uma certa usura pragmática, talvez pela idade, frequentando, ao invés de tudo que aparece e é moda, 5 ou 6 autores de minha predilecção e reconhecida qualidade. O uso que Sebald faz da fotografia, como suporte para as suas efabulações, permite-nos até dispensar de todo a suspension of desbelief, tão necessária, quase sempre, à leitura de outras ficções mais pobres e banais.
Sinto-me bem a lê-lo e isso para mim, de momento, é o mais importante.


De tarde, ontem, aproveitando este Verão residual, ou de S. Martinho, na varanda a leste, dei início ao mais recente livro, editado em Portugal, de Alberto Manguel (1948), obra que o TLS aprova, mas condicionadamente. A ver vamos, com o avançar da leitura, se estarei de acordo com Emma Smith na sua recensão muito prudente.


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