sábado, 29 de outubro de 2016

Lembrete 55


A bom entendedor...

8 comentários:

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    1. Alguns, mas também se pode dormir mais 1 hora..:-)

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  2. Já saí. E não me lembrei. :(
    Bom domingo!

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    1. Tenho é sempre que pensar: atraso ou adianto..:-)
      Bom resto de tarde!

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  3. Nós, os muitos que nos levantamos todos os dias às seis e meia, para ir trabalhar, agradecemos poder sair de casa já com luz do dia. Para os que preguiçam: tenham lá paciência e não inventem mais uma "causa fraturante"...

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    1. Há uma boa causa e solução pragmática: adaptação da luz solar à actividade laboral. Parece que foi Benjamin Franklin quem se lembrou de propor estas mudanças.

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    2. Isso talvez fosse pacífico no tempo do senhor Ben. Agora, com a urbanização e terciarização, seria mais difícil. As pessoas aceitariam mudar continuamente os seus horários de trabalho? Seria possível ajustar continuamente os transportes?
      Creio que, para quem vive fora das obrigações laborais, ou cuja atividade seja no setor primário, isso é possível e desejável. Mas não há uma solução ótima, e não mudar a hora colocava este outro desafio: em Portugal, como ajustar um horário constante que conseguisse conciliar as 9 horas e meia de luz solar em dezembro com as quase 15 horas de junho? E seria, certamente, diferente nos Açores, na Madeira. E entre Valença e Vila Real de Santo António, para não falar de Oviedo ou Toulouse... (Sim, eu sei: para não variar, seria a hora ótima para Lisboa a escolhida...)
      Nós, em Portugal, até temos uma experiência recente e, conclusiva, pelo que me parece. Cito aqui o que li um destes dias:
      «Foi em 1992 (não houve mudança para a hora de inverno) e durou até 1996. "Não era uma boa solução. Teve impactos negativos. No inverno de manhã ainda havia estrelas no céu e no verão havia luz solar até depois das 22.00. Teve efeitos nas pessoas e no rendimento. Houve um aumento de acidentes rodoviários, porque as pessoas saíam de manhã ainda a dormir . O consumo de ansiolíticos disparou e teve um grande impacto nas escolas, sobretudo no inverno", recorda Rui Agostinho, diretor do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL), entidade que tem a responsabilidade sobre a hora legal em Portugal».
      Pois, viva a hora de inverno, e viva a hora de verão, também!

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    3. Não tenho uma ideia excessivamente dogmática sobre o assunto, mas lembro-me - quando ainda trabalhava - de algumas pequenas angústias laborais, na véspera das mudanças. E, se há luz mais cedo,agora, de Outono e no Inverno, também a tarde se fecha em noite, mais cedo, roubando-me o gosto da leitura na varanda, agora que tenho o meu tempo mais livre.
      Nunca se pode contentar a todos, em suma.

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