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sábado, 14 de janeiro de 2017

Osmose 86


Enquanto reinicio a leitura de os Cahiers, de Cioran, por volta da página 850, vou ouvindo, em simultâneo, a banda sonora (The Poet Acts) de Philip Glass para o filme The Hours, sobre a vida de Virginia Woolf. Tarefa inglória: raramente as duas acções conseguem conviver harmoniosamente, partilhando esse meu tempo. Ora é a intensidade da música que me distrai da leitura do diário de Cioran, ora são as palavras dramáticas do (filósofo) romeno que me fazem esquecer os acordes do músico norte-americano.
Faço uma pausa, para decidir por qual hei-de optar...
Mudo para Sigur Rós, e mantenho E. M. Cioran.