Não sou muito viajado. Fiquei-me pela Europa ocidental e já nem tenho vontade de conhecer a Hungria, sonho que acalentei dos meus 20 anos, até há pouco. Mas fico, estupormente, admirado desses fascínios cegos, desses "onde gostaria de estar", dessas paixões enormes por outros países, que alguns têm.
Confesso as minhas fraquezas: Inglaterra, Alemanha e Bélgica. E, antes de morrer, gostaria de ir a Pinhel. Que não conheço.
