Até pode ser por mau feitio (penitencio-me, se for o caso), mas quase sempre pensei que somos excessivos a dizer ou explicar as coisas, e trengos muitas vezes. Falar é connosco. A síntese é raramente usada.
Hoje de manhã, ia perdendo a paciência nos atendimentos. Nos CTT, um mentecapto dos seus 18 anos enganou-se pelo menos 2 vezes a preencher um simples impresso de registo, ao balcão. E a gente que espere na fila! Pouco depois, na farmácia local, a atendente barroca, fez-me inúmeras perguntas desnecessárias. À última pergunta pernóstica, respondi-lhe, perante a alternativa para eu optar, e tentando dominar a impaciência e demora para me vir embora: É igual ao litro!...