terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Eduardo Lourenço (1923-2020)

Num país sem filósofos e apenas pretensos pensadores auto-nomeados, Eduardo Lourenço foi um notável ensaísta, e acompanhante crítico do que em literatura se foi publicando em Portugal. Mas, também em política, foi julgando e interpretando o que se foi fazendo por nós, sobretudo na segunda metade do século XX. A sua Heterodoxia (1949) demarcou, inicialmente, a equidistância saudável do seu pensamento livre.


Deixou-nos hoje, bem como nos legou uma obra escrita de qualidade, que nos permite pensar melhor Portugal.



2 comentários:

  1. Os dois livros de baixo foram os primeiros que li de Eduardo Lourenço. Mas reli-os mais tarde porque precisei de umas 'lições' para os entender.
    A primeira vez que ouvi E.L. falar sobre Marx no final dos anos 70 inícios dos anos 80, no anfiteatro da BN.
    Tem uma escrita 'encantatória'.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O meu primeiro contacto com E. L. é de 1966, a leitura de "O Paraíso sem Mediação". Um boa introdução à "Antologia" (Delfos) de Eugénio de Andrade.
      Boa tarde.

      Eliminar